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Avaliação bancária na habitação no Alentejo apresenta crescimento moderado em fevereiro

O valor mediano de avaliação bancária na habitação no Alentejo fixou-se em 1 272 euros por metro quadrado (euros/m²) no mês de fevereiro de 2025, registando uma variação homóloga de 8,4%. Este valor representa o montante mais baixo entre as regiões do continente, seguindo a tendência observada nos meses anteriores, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

No segmento dos apartamentos, o Alentejo registou o valor mais baixo do país, com uma avaliação mediana de 1 272 euros/m², o que corresponde a uma variação homóloga negativa de -0,6%. Esta descida constitui a única quebra registada a nível nacional no segmento de apartamentos. Já em relação à variação mensal, o valor subiu 1,3% face a janeiro de 2025.

Relativamente às moradias, o valor mediano de avaliação bancária na região do Alentejo foi de 1 098 euros/m², apresentando um crescimento homólogo de 9,5% e um aumento mensal de 1,6%. Este valor é um dos mais baixos do país, apenas ultrapassando o verificado na região Centro (1 019 euros/m²).

A nível nacional, o valor mediano de avaliação bancária na habitação foi de 1 810 euros/m² em fevereiro de 2025, o que representa um aumento de 16,0% em termos homólogos e uma subida de 2,0% face ao mês anterior. Foram realizadas cerca de 35,1 mil avaliações bancárias, traduzindo-se num aumento de 23,9% em termos homólogos e uma ligeira descida de 0,5% em relação ao mês anterior.

O Alentejo continua a apresentar valores de avaliação inferiores à mediana nacional, mantendo-se como uma das regiões com os preços mais acessíveis para aquisição de habitação. A nível de moradias, o valor de avaliação no Alentejo foi inferior em cerca de 39,3% face à mediana nacional, enquanto nos apartamentos a diferença é de aproximadamente 37,4%.

Apesar da ligeira recuperação registada no último mês, o Alentejo continua a destacar-se pelos valores de avaliação bancária mais baixos no país, especialmente no mercado de apartamentos, onde a variação negativa reflete um possível desinteresse do mercado nesta tipologia habitacional na região.

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