Os preços do gado bovino no Alentejo apresentaram variações durante a semana de 22 a 28 de setembro de 2025, segundo dados do SIMA/GPP.
Na área de mercado do Alentejo Litoral, verificou-se um aumento de 0,05 €/kg carcaça nas cotações mais frequentes de novilhas e novilhos cruzados Charolês. Já nos vitelos, registaram-se oscilações distintas: as vitelas fêmeas de 6 a 8 meses desceram até 0,25 €/kg vivo, enquanto os vitelos machos do mesmo escalão subiram até 0,65 €/kg vivo.
Por outro lado, no Alentejo Norte, as vitelas fêmeas de 6 a 8 meses cruzadas Charolês registaram aumentos até 0,30 €/kg vivo, mas a cotação mais frequente desceu 0,27 €/kg vivo. Já os vitelos machos tiveram descidas de 0,30 €/kg vivo nas cotações mínimas, embora a máxima tenha subido 0,04 €/kg vivo.
Em Beja, as cotações máximas de novilhas e novilhos cruzados Charolês (12 a 24 meses) subiram 0,10 €/kg carcaça. No entanto, os vitelos fêmea de 6 a 8 meses registaram quedas até 0,95 €/kg vivo, enquanto os vitelos macho do mesmo intervalo tiveram uma descida máxima de 0,51 €/kg vivo.
Já em Elvas, os novilhos e novilhas cruzados Charolês subiram 0,10 €/kg carcaça. Contudo, os vitelos machos de 6 a 8 meses registaram descidas nas cotações máximas e mais frequentes, com quedas até 0,50 €/kg vivo. Nas vitelas de 8 a 12 meses, as cotações mínimas e máximas aumentaram até 70 €/unidade.
No mercado de Estremoz, as cotações mais frequentes de novilhas e novilhos cruzados Charolês subiram 0,05 €/kg carcaça. Já nas vacas para abate, os valores mais frequentes aumentaram 0,15 €/kg carcaça. Nos vitelos, observaram-se quedas nas fêmeas de 6 a 8 meses, mas aumentos nos machos e nas fêmeas de 8 a 12 meses.
Por fim, em Évora, as vitelas fêmeas de 6 a 8 meses desceram até 1,14 €/kg vivo, mas a cotação mais frequente subiu 0,03 €/kg vivo. Nos vitelos machos de 8 a 12 meses, a cotação máxima registou um aumento de 54 €/unidade.
No conjunto da região, destaca-se o aumento de 0,20 €/kg carcaça na cotação mais frequente das vacas para abate cruzadas Charolês. Já os vitelos machos de 6 a 8 meses registaram quedas nas cotações mínimas e máximas, embora a mais frequente tenha subido 0,34 €/kg vivo.

















