Na 8.ª semana de 2025, o mercado de bovinos no Alentejo apresentou variações significativas nas cotações, com aumentos e quedas em diferentes categorias. Os dados do Sistema de Informação de Mercados Agrícolas (SIMA) indicam oscilações tanto no valor por quilo vivo como no preço por unidade, refletindo a dinâmica do setor pecuário na região.
Na área de mercado do Alentejo Litoral, a cotação máxima do vitelo fêmea cruzado Charolês (6 a 8 meses) aumentou 0,05 €/kg vivo, enquanto a cotação mínima registou uma descida de 0,15 €/kg vivo. O vitelo macho da mesma categoria teve uma valorização máxima de 0,60 €/kg vivo, mas a cotação mínima caiu 0,70 €/kg vivo. Já o vitelo macho cruzado Charolês (8 a 12 meses) registou um aumento de 150,00 €/unidade.
No Alentejo Norte, a tendência foi mista. O vitelo fêmea cruzado Charolês (6 a 8 meses) sofreu descidas na cotação mínima, máxima e mais frequente, com reduções de 0,64 €/kg vivo, 0,41 €/kg vivo e 0,35 €/kg vivo, respetivamente. No entanto, o vitelo macho da mesma categoria teve um aumento na cotação mínima de 0,60 €/kg vivo, apesar da descida de 0,40 €/kg vivo na cotação mais frequente. Para os vitelos com idade entre 8 e 12 meses, verificaram-se subidas na cotação mínima e mais frequente do vitelo fêmea, com acréscimos de 15,00 €/unidade e 115,00 €/unidade, respetivamente. O vitelo macho da mesma faixa etária também teve um aumento de 60,00 €/unidade na cotação mínima e de 150,00 €/unidade na cotação mais frequente.
Em Beja, a cotação mínima do vitelo fêmea cruzado Charolês (6 a 8 meses) registou uma redução de 0,30 €/kg vivo. Já o vitelo macho da mesma categoria apresentou subidas de 0,26 €/kg vivo na cotação máxima e de 0,34 €/kg vivo na cotação mais frequente.
Na área de mercado de Elvas, houve aumentos nas cotações da vaca de abate cruzada Charolês, com subidas de 0,30 €/kg carcaça na cotação mínima e de 0,35 €/kg carcaça na cotação mais frequente. Já o vitelo fêmea cruzado Charolês (6 a 8 meses) registou uma descida na cotação mínima de 0,54 €/kg vivo, embora a cotação mais frequente tenha aumentado 0,03 €/kg vivo. O vitelo macho da mesma categoria registou aumentos de 0,71 €/kg vivo na cotação mínima e de 0,10 €/kg vivo na cotação mais frequente. Para os vitelos com idade entre 8 e 12 meses, as cotações oscilaram, com a cotação mais frequente do vitelo macho a subir 225,00 €/unidade, enquanto a cotação máxima do vitelo fêmea caiu 97,00 €/unidade.
Em Estremoz, as cotações da vaca de abate cruzada Charolês registaram um aumento de 0,10 €/kg carcaça, enquanto a vaca refugo da mesma raça teve um aumento de 0,20 €/kg carcaça na cotação mínima e de 0,25 €/kg carcaça na cotação mais frequente. No segmento dos vitelos, a cotação mais frequente do vitelo fêmea cruzado Charolês (6 a 8 meses) subiu 0,20 €/kg vivo, apesar da descida de 0,20 €/kg vivo na cotação mínima. O vitelo macho cruzado Charolês (6 a 8 meses) registou subidas na cotação máxima e mais frequente, de 0,40 €/kg vivo e 0,30 €/kg vivo, respetivamente, enquanto a cotação mínima caiu 1,80 €/kg vivo.
Em Évora, as cotações da vaca de abate cruzada Charolês subiram 0,20 €/kg carcaça na cotação mínima e 0,10 €/kg carcaça na máxima. O vitelo fêmea cruzado Charolês (6 a 8 meses) teve um aumento na cotação máxima de 0,05 €/kg vivo e na mais frequente de 0,18 €/kg vivo, mas a cotação mínima caiu 0,24 €/kg vivo. O vitelo macho da mesma categoria registou uma valorização máxima de 0,51 €/kg vivo, embora a cotação mínima tenha descido 1,87 €/kg vivo.
No geral, a região do Alentejo registou aumentos na cotação da vaca de abate cruzada Charolês, com subidas de 0,30 €/kg carcaça na cotação mínima e 0,20 €/kg carcaça na máxima. O vitelo macho cruzado Charolês (6 a 8 meses) teve um aumento de 0,16 €/kg vivo na cotação máxima, mas uma descida de 1,20 €/kg vivo na mínima. O vitelo macho (8 a 12 meses) apresentou uma diminuição de 63,00 €/unidade na cotação mais frequente, enquanto a cotação máxima aumentou 99,00 €/unidade.



















