Os mercados pecuários do Alentejo registaram uma evolução positiva nas cotações de bovinos durante a semana de 13 a 19 de janeiro de 2025, segundo dados do SIMA (Sistema de Informação de Mercados Agrícolas).
No Alentejo Litoral, as cotações máximas e mais frequentes de novilhas e novilhos cruzados Charolês (12 a 24 meses) subiram 0,05 €/kg carcaça, enquanto as mínimas registaram um aumento de 0,10 €/kg. As cotações mínimas e máximas de vitelos fêmeas (6 a 8 meses), cruzados Charolês, aumentaram 0,45 €/kg vivo, com a cotação mais frequente a subir 0,35 €/kg vivo.
Em Beja, as cotações máximas e mais frequentes de novilhas e novilhos cruzados Charolês também registaram um acréscimo de 0,05 €/kg carcaça. No mesmo mercado, as cotações de vitelos fêmeas e machos (6 a 8 meses) cruzados Charolês apresentaram aumentos mais expressivos, atingindo valores máximos de 1,14 €/kg vivo no caso das fêmeas e 1,00 €/kg vivo nos machos.
A região de Évora viu as cotações máximas e mais frequentes de novilhas e novilhos cruzados Charolês aumentarem 0,05 €/kg carcaça. No entanto, algumas quedas foram registadas, como a redução de 29 €/unidade na cotação mínima de vitelos fêmeas (8 a 12 meses) cruzados Charolês.
Estes dados reforçam a competitividade do setor bovino alentejano, caracterizado pela aposta em raças cruzadas de elevado valor comercial, como Charolês e Turina. O dinamismo do mercado contribui para a sustentabilidade económica da região, destacando a importância da pecuária na valorização dos produtos locais.
Fontes indicam que estas tendências estão alinhadas com o panorama nacional, onde o índice de preço do produtor e a procura por carne bovina têm mostrado uma trajetória ascendente.




















