A concentração de pólen na atmosfera no Alentejo deverá apresentar valores de risco moderado a elevado entre esta sexta-feira, 26 de junho, e 2 de julho, de acordo com o relatório polínico divulgado pela Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC).
Segundo a previsão da SPAIC, na região alentejana destacam-se os pólenes provenientes de árvores como a oliveira, o castanheiro, o eucalipto e o sobreiro, bem como de várias ervas, nomeadamente gramíneas, tanchagem, quenopódio, bredo e urticáceas, grupo que inclui a parietária.
Gramíneas e oliveira entre os pólenes em destaque
A presença destes pólenes na atmosfera pode agravar sintomas em pessoas com alergias respiratórias, sobretudo em doentes com rinite alérgica, conjuntivite alérgica ou asma brônquica.
Entre os sintomas mais frequentes associados à exposição ao pólen estão espirros, nariz entupido, corrimento nasal, comichão nos olhos, lacrimejo, tosse e sensação de falta de ar em pessoas mais sensíveis.
Recomendações para pessoas alérgicas
Perante níveis de risco moderado a elevado, a SPAIC tem recomendado que as pessoas com alergia ao pólen evitem atividades prolongadas ao ar livre nos períodos de maior concentração polínica, em particular em dias secos, quentes e ventosos.
É igualmente aconselhado manter janelas fechadas durante as horas de maior exposição, usar óculos de sol no exterior, evitar secar roupa ao ar livre e cumprir a medicação prescrita pelo médico assistente.
A previsão polínica é atualizada regularmente pela Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica e permite acompanhar a evolução dos níveis de pólen nas várias regiões do país.


















