A Candidatura de Vila Viçosa a Património Mundial da UNESCO “é uma nova responsabilidade que estamos todos a assumir”, afirmou o presidente do Conselho de Administração da Fundação da Casa de Bragança, João Azevedo.
João Azevedo falava a’ODigital.pt após a entrega da candidatura de Vila Viçosa a Património Mundial, que agora se intitula de “Vila Viçosa: Sede Ducal”.
A’ODigital.pt João Azevedo, presidente do Conselho de Administração da Fundação da Casa de Bragança, começou por dizer que “este é um momento bastante importante para Vila Viçosa e, obviamente, também para a Fundação, porque é uma nova responsabilidade que estamos todos a assumir, que é a de pôr Vila Viçosa no mapa mundial”, acrescentando que “é o concretizar daquilo que a Fundação já vem fazendo há muito tempo, há 90 anos, que é preservar um património que, no fundo, é de todos e da Pátria, como D. Manuel II deixou escrito no seu testamento.”
O responsável considera que esta candidatura “não é apenas com o objetivo de valorizar o património, pois, este já é muito valorizado, é também para expô-lo mais e de uma forma correta e também para que todas as entidades envolvidas assumam uma responsabilidade”.
Recorde-se que nesta reformulação da candidatura de Vila Viçosa a Património Mundial a Fundação da Casa de Bragança assumiu um papel de copromotora.

















