A Vale da Rosa, empresa com sede em Ferreira do Alentejo, vai marcar presença na Fruit Attraction 2026, que decorre entre 6 e 8 de outubro, na IFEMA, em Madrid, onde apresentará a sua produção de uvas sem grainha a operadores e profissionais de diferentes mercados.
A participação será feita através do stand da Iberian Premium Fruits (IPF), grupo ao qual pertence a empresa alentejana.
Produção própria passou a ser totalmente sem grainha em 2026
A Vale da Rosa cultiva atualmente 20 variedades de uva e, desde este ano, a totalidade da produção própria é constituída por uvas sem grainha.
Segundo a informação divulgada pela empresa, o processo de produção é acompanhado desde a vinha até à chegada do produto ao mercado, num modelo de integração vertical.
A participação na feira de Madrid surge também como uma oportunidade para estabelecer contactos com empresas e profissionais ligados à produção, distribuição e comercialização de produtos hortofrutícolas.
“A Fruit Attraction é uma oportunidade privilegiada para reforçarmos a nossa presença junto dos principais operadores internacionais”, afirma Susana Ferreira, diretora Comercial e Marketing da Vale da Rosa.
A responsável acrescenta que a participação permitirá apresentar a produção da empresa e a aposta que está a ser feita na “qualidade, na inovação e numa produção cada vez mais orientada para as necessidades dos consumidores e dos mercados”.
Feira decorre durante três dias na IFEMA
A Fruit Attraction reúne produtores, distribuidores, retalhistas, operadores e outros profissionais ligados à cadeia de valor do setor hortofrutícola.
O programa inclui áreas dedicadas aos produtos frescos, indústria auxiliar, logística, inovação e tecnologia, assim como conferências técnicas, fóruns e demonstrações culinárias.
A Vale da Rosa foi fundada em 2000 e tem sede em Ferreira do Alentejo. De acordo com os dados divulgados pela própria empresa, está presente em dez mercados internacionais, emprega cerca de mil pessoas na época alta e registou uma faturação próxima dos 13 milhões de euros em 2025, mais 18% face ao ano anterior.














