O preço das casas disponíveis para arrendamento no Alentejo aumentou 11% em agosto, face ao mesmo mês de 2025, segundo o índice de preços do idealista.
A região registou a segunda maior subida homóloga do país, apenas superada pelo Algarve, onde os valores cresceram 22,8%. No final de agosto, arrendar uma casa no Alentejo apresentava um preço mediano de 11,6 euros por metro quadrado.
Entre as sete regiões analisadas, os preços aumentaram em seis. Além do Algarve e do Alentejo, as subidas abrangeram a Região Autónoma da Madeira, com 10,3%, a Região Autónoma dos Açores, com 8,8%, a Área Metropolitana de Lisboa, com 7,6%, e o Centro, com 4,2%. O Norte foi a única região a registar uma descida, de 6,3%.
A Área Metropolitana de Lisboa manteve o preço mediano mais elevado, com 21,5 euros por metro quadrado, seguindo-se o Algarve, com 21,3 euros. O Alentejo surge à frente dos Açores e do Centro, onde os valores se fixaram em 11,1 e 10,6 euros por metro quadrado, respetivamente.
Preços aumentam em Évora e Portalegre
Na análise por distritos, Portalegre registou uma subida homóloga de 5,5%, enquanto em Évora o aumento foi de 1,1%.
O distrito de Évora apresentou um preço mediano de 10,7 euros por metro quadrado. Em Portalegre, o valor situou-se nos 7,2 euros, o segundo mais baixo entre os distritos e ilhas analisados, acima apenas da Guarda, onde arrendar uma casa custava seis euros por metro quadrado.
Na cidade de Évora, os preços aumentaram 2,5% no espaço de um ano, atingindo uma mediana de 12 euros por metro quadrado. A capital alentejana foi a nona cidade mais cara entre as 14 capitais de distrito e regiões autónomas incluídas no estudo.
A nível nacional, os preços anunciados para arrendamento aumentaram 4,9% em agosto, em comparação com o mesmo período do ano anterior. A mediana nacional fixou-se nos 18,1 euros por metro quadrado.
Os dados resultam da análise dos preços de oferta publicados no idealista. O índice exclui anúncios considerados atípicos, valores fora de mercado e imóveis destinados a arrendamento sazonal ou de férias, não correspondendo, por isso, aos valores finais dos contratos celebrados.

















