A PIMEL – XXXIV Feira do Turismo e das Atividades Económicas realiza-se de 26 a 28 de junho, no Parque Urbano de Alcácer do Sal, sob o mote «Gente que Resiste». O certame foi apresentado esta manhã, em conferência de imprensa, no Santuário do Senhor dos Mártires.
A apresentação contou com a presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal, Clarisse Campos, Francisco Vacas, presidente da Associação de Agricultores de Alcácer, e Tiago Falcão e Silva, administrador executivo da Caixa de Crédito Agrícola da Costa Azul, entidades parceiras na organização.
Feira aposta no mel e nos produtos locais
Segundo Clarisse Campos, a edição deste ano pretende seguir «um caminho de aposta constante nos produtos endógenos», começando pela valorização do mel.
«O mel, os apicultores e a apicultura, na minha perspetiva, andavam um pouco arredados da PIMEL e achámos que era o momento de valorizar este produto local e o papel das abelhas enquanto agentes polinizadores e agentes fundamentais na prática de uma agricultura sustentável», afirmou a autarca.
A presidente da Câmara sublinhou ainda o objetivo de a feira voltar «a ter uma componente muito importante na promoção dos nossos artesãos e do artesanato local».
Programa inclui música, concursos e atividades
A PIMEL 2026 integra animação musical, concursos ligados ao mel, doçaria e petiscos, exposição de gado e máquinas agrícolas, tasquinhas, espaços criança e jovem, atividades equestres e corrida de toiros.
O cartaz musical inclui atuações de Julinho KSD, Banda Lusa, Sara Correia e vários DJ’s, entre os quais Murad, Hey Chef, La Mala Noche e Goulart.
Mote ligado à resistência da população
Na apresentação, Clarisse Campos justificou o tema escolhido para esta edição.
«Nos tempos em que vivemos, a organização destes eventos não é fácil. Mas não quisemos privar os alcacerenses de mais nada, quando já foram privados de tanta coisa no início do ano. Fomos e vamos sempre à luta e, por isso mesmo, o tema da PIMEL – ‘Gente que Resiste’, sempre», afirmou.
A autarca acrescentou que a organização pretende que a feira seja «um grande ponto de encontro e de convívio» e «um momento de promoção» dos artesãos, produtos locais, doceiros, agricultores e da população do concelho.



















