A obra de remodelação da rede pública de água e instalação de rede pluvial em S. Manços deverá ter início ainda antes do final do mês de março, segundo garantiu o Presidente da Câmara Municipal de Évora, Carlos Pinto de Sá, durante um encontro com a população da localidade.
A reunião, realizada na passada sexta-feira, 21 de março de 2025, nas instalações da antiga escola primária de S. Manços, contou também com a presença do Vice-Presidente da Câmara, Alexandre Varela, da Presidente da União de Freguesias de S. Manços e S. Vicente do Pigeiro, Florinda Russo, e dos técnicos municipais responsáveis pelo projeto e fiscalização da obra.
Os moradores manifestaram satisfação pelo início dos trabalhos, mas reiteraram a urgência na concretização da obra, há muito aguardada, devido ao estado de degradação da rede existente, o que tem afetado negativamente a qualidade da água para consumo humano.
O projeto contempla a remodelação da rede pública de distribuição de água e a instalação de coletores pluviais para sistema separativo na zona oeste da povoação, abrangendo as ruas Dr. Barahona, Avenida Eng.º Vasco Almeida Conde de Vilalva, Rua da Igreja, Largo da Igreja e arruamentos envolventes.
A intervenção inclui a substituição integral das condutas e dos ramais domiciliários, visando melhorar as condições de fornecimento de água, tanto em qualidade como em pressão. No que se refere à drenagem de águas residuais, o sistema atual é do tipo unitário, que recolhe conjuntamente águas residuais domésticas e pluviais com destino final para a Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) da povoação. A criação de um sistema autónomo de pluviais, agora previsto, permitirá reduzir o caudal afluente à ETAR, o que deverá traduzir-se numa diminuição da faturação e numa maior durabilidade dos equipamentos instalados.
O investimento total previsto é de aproximadamente 300 mil euros, com um prazo de execução estimado em seis meses. A verba será assegurada pelo orçamento municipal, sendo que se prevê a obtenção de financiamento até 85% através de candidatura ao Programa Alentejo 2030 – Ciclo Urbano da Água.



















