O Município de Beja inaugura, no dia 14 de novembro de 2025, às 18h00, no Clube UNESCO Beja, a exposição «Beja: Policromias da Memória e do Sonho», de Manuel Maria Feio Barroso. A entrada é livre.
A mostra reúne um conjunto de aguarelas dedicadas à cidade, às suas gentes e às memórias que moldam a identidade bejense. Segundo o autor, trata-se de «um cumprimento a todos os bejenses — os que nasceram, cresceram ou elegeram Beja como um dos seus lugares de apreço».
O título da exposição reflete esse sentimento de pertença e tributo à idiossincrasia das gentes de Beja e do Baixo Alentejo, mantendo viva a ligação cultural e afetiva à cidade.
Natural de Alvito, Manuel Maria Feio Barroso tem fortes laços com Beja, onde viveu momentos marcantes da juventude e da sua formação, incluindo o período do 25 de Abril de 1974. Nas suas palavras e nas suas obras, esse tempo é recordado como símbolo de liberdade e esperança.
Através das aguarelas, o autor revisita recantos, ruas e memórias que compõem o património imaterial e visual da cidade — um território onde o Cante, a gastronomia e a convivência se entrelaçam num retrato plural da vida bejense.
A exposição evoca ainda figuras centrais da história e cultura locais, como Soror Mariana Alcoforado, Mário Beirão, Catarina Eufémia, Manuel Ribeiro, Joaquim Figueira Mestre, Florival Baiôa, Manuel da Fonseca e Leonel Borrela. Cada nome representa um contributo essencial para o legado cultural e humano de Beja, inspiração que atravessa a obra de Barroso.


















