A Fundação da Casa de Bragança inaugura, a 20 de setembro, a exposição «Amélia de Orléans e de Bragança, o espólio da Rainha», no Paço Ducal de Vila Viçosa.
No âmbito dos 160 anos do nascimento de D. Amélia, a mostra pretende ser mais do que uma evocação histórica. O objetivo é proporcionar um contacto direto com o universo pessoal da última rainha consorte de Portugal, reunindo peças de uso íntimo e simbólico.
Segundo a fundação, entre as peças em destaque encontram-se o manto real oferecido por D. Amélia ao Santuário de Fátima e uma cadeira de braços com as armas reais.
A dimensão mais pessoal da rainha é revelada através de objetos de devoção, imagens com dedicatórias, madeixas de cabelo de D. Amélia e dos filhos D. Luís Filipe e D. Manuel, ainda crianças, bem como o primeiro dente do Príncipe D. Luís Filipe.
No total, estarão expostas cerca de cem peças que permitem redescobrir D. Amélia enquanto mãe, mulher, artista, filantropa e mecenas, sublinhando o seu papel central na cultura e vida intelectual do país.
A inauguração da exposição realiza-se a 20 de setembro, às 16h00, no Paço Ducal de Vila Viçosa. Segue-se, às 18h00, um concerto solene na Igreja dos Agostinhos, em Vila Viçosa, pelo barítono Rui de Luna acompanhado pela Banda Sinfónica da Armada.
A Fundação da Casa de Bragança e o Museu-Biblioteca da Casa de Bragança informam que a confirmação de presença para a inauguração pode ser feita até 15 de setembro.
A exposição ficará patente entre 20 de setembro de 2025 e 30 de agosto de 2026, no Paço Ducal de Vila Viçosa.



















