O saber fazer da olaria utilitária e decorativa produzida no concelho de Redondo integra uma Candidatura a Património Imaterial, disse-nos o presidente da Câmara de Redondo, David Galego.
David Galego falava a’ODigital.pt no decorrer da Bolsa de Turismo de Lisboa, que terminou este domingo.
O autarca de redondo começou por nos dizer que “é uma arte que nos orgulha, estas técnicas tradicionais da decoração e da pintura da olaria de Redondo e é por isso que, estamos a trabalhar na sua salvaguarda urgente em termos de património cultural e material, porque há aqui um saber fazer extraordinário, em que claramente conseguimos identificar aquilo que são as peças produzidas em Redondo, que são diferentes de todas as outras a nível do país.”
“É esta valorização que nós queremos deixar de legado para as novas gerações e também para elas fazerem com que este trabalho salvaguarda permita valorizar o produto”, frisou.
A Olaria de redondo “pode ser também um produto turístico, pois, atualmente a decoração e os pratos decorativos já são muito vendidos em termos internacionais. Há uma procura muito grande da olaria na área da decoração com os pratos de barro.”
Já sobre a entrega da candidatura a património Imaterial, David Galego garantiu que “estará par breve a entrega no inventário do património de salvaguarda e, naturalmente, é o primeiro ponto para dar corpo a estas técnicas e esta especificidade tão própria, com as três cores que utilizamos na pintura e na forma como os elementos tradicionais também vão ser utilizados e por isso não podemos deixar de registar esta marca tão nossa”.
Já sobre a atividade turística no concelho, David Galego referiu que “tem evoluído bastante nos últimos tempos em todos os sentidos, seja a nível gastronómico, seja a nível do património”.









































