Covid-19: Festival de balonismo regressa ao Alentejo após interregno devido à pandemia

O Festival Internacional de Balões de Ar Quente regressa ao Alentejo, em novembro, com a participação de várias equipas europeias, após um ano de interregno devido à pandemia da covid-19, anunciou hoje a organização.

Promovido pela empresa Publibalão, em colaboração com o “Alentejo sem Fronteiras – Clube de Balonismo”, a 24.º edição do festival, o mais antigo do género em Portugal, vai decorrer em várias localidades do distrito de Portalegre, entre os dias 08 a 14 de novembro.

“Este ano, devido à pandemia, vamos limitar as inscrições, contando com a participação de entre 30 a 35 balões no máximo”, explicou à agência Lusa Aníbal Soares, da organização.

Na presente edição, além da participação de pilotos portugueses, são esperados também balonistas oriundos de vários países europeus, como Alemanha, Bélgica, Inglaterra, França, Espanha e Holanda.

De acordo com o responsável, está ainda “em dúvida” a participação nesta edição do festival de duas equipas oriundas do continente americano, nomeadamente uma do Brasil e outra do Canadá.

Este ano, o festival decorre na Fundação Abreu Callado, em Benavila (Avis), Fronteira, Monforte e Ponte de Sor, esperando ainda a organização anunciar, até ao arranque do evento, outras localidades interessadas em participar na iniciativa.

Além de realizar voos cativos, o festival tem para oferecer, diariamente, voos livres (as habituais viagens de balão), mediante a aquisição de uma pulseira.

Durante o Festival Internacional Balões de Ar Quente, os voos vão estar associados a campanhas solidárias a favor dos bombeiros dos concelhos aderentes.

O festival vai contar ainda com espetáculos noturnos, os denominados “Night Glow”, em que os pilotos preparam os seus balões como se fossem descolar, mas estes ficam presos a alguns metros do chão, onde as chamas libertadas intercaladamente pelos queimadores criam um espetáculo visual.

O Festival Internacional de Balões de Ar Quente, o maior e mais antigo do género em Portugal, tem raízes no distrito de Portalegre e serviu de base para a abertura, em 2012, da primeira escola do país para pilotos de balões de ar quente, em Fronteira.

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