O Ministério Público de Fronteira apresentou, no dia 21 de fevereiro de 2025, a primeiro interrogatório judicial um arguido indiciado pela prática de dois crimes de violência doméstica agravada.
De acordo com a investigação, o arguido e a vítima separaram-se em setembro de 2024, após 20 anos de vida em comum. Na sequência de desavenças e discussões, a vítima abandonou a habitação, levando consigo as duas filhas.
Após a separação, o arguido, inconformado com a decisão, contactou repetidamente a vítima, tanto presencialmente como através de chamadas telefónicas e mensagens, com insultos e ameaças, com o objetivo de controlar a sua vida pessoal.
Após o interrogatório judicial, foi aplicada ao arguido a medida de coação de prisão preventiva.
A investigação está a ser conduzida pelo Ministério Público de Fronteira, com a investigação a cargo do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE) da GNR.



















