O presidente da Câmara Municipal de Vila Viçosa, Inácio Esperança, apelou, esta segunda-feira, ao Governo para que haja ajuda para se construir uma biblioteca física em Vila Viçosa.
Inácio Esperança falava durante a cerimónia de assinatura dos contratos de financiamento para bibliotecas itinerantes, que decorreu em Vila Viçosa, entre três dos cinco municípios beneficiários (Marvão, Terras de Bouro e Vila Viçosa) e o Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais (GEPAC) do Ministério da Cultura.
O autarca de Vila Viçosa começou por afirmar que “é de facto incrível, como é que uma terra como Vila Viçosa, berço de Florbela Espanca, não tem uma biblioteca física”, acrescentando que “infelizmente tivemos essa oportunidade e deitamo-la fora há alguns anos, o que foi de facto lamentável”.
“Vila Viçosa teve a oportunidade de em 2013/14 de ter uma biblioteca física, tinha financiamento para ela e ainda estamos a pagar um empréstimo que foi feito porque a obra foi iniciada e nunca foi concluída”, frisou Inácio Esperança, que acrescentou que “ainda estamos a pagar e não temos biblioteca e é lamentável que não se tenha conseguido fazer uma obra que tinha projeto, tinha financiamento e que tinha tudo para ser realidade”.
O presidente do Município de Vila Viçosa fez ainda o “apelo representantes da cultura, para que, um dia quando for possível e se houver fundos disponíveis, que nos ajudem a construir uma biblioteca física, nós temos o projeto, portanto era só executar.”
Lembrou que “há apenas cinco municípios no país que não têm biblioteca física, nós queremos ter e gostava muito que nos pudessem ajudar a construir uma biblioteca na terra de Florbela Espanca, seria para nós muito importante”.
Já sobre a biblioteca itinerante, Inácio Esperança, referiu que “é a forma de proporcionar aos nossos munícipes não só o acesso ao livro em todo o concelho para todas as gerações, como também o acesso a outros serviços que a Biblioteca Itinerante vai ter como pagamento de serviços online e outro tipo de atividades que vai proporcionar à população”.

















