Viana do Alentejo assinalou “uma data para lembrar o passado, falar do presente e projectar o futuro”, disse Vice-Presidente (c/som e fotos)

O Município de Viana do Alentejo assinalou, esta segunda-feira, o 122º aniversário sobre a restauração do Concelho.

Para assinalar esta efeméride, realizou-se uma sessão solene em que o Município atribuiu a medalha de honra do Município a três associações do concelho – Grupo Coral Tertúlia dos Amigos do Cante de Alcáçovas, Grupo Coral Juvenil dos Trabalhadores de Alcáçovas e Núcleo “Os Leões” de Viana do Alentejo – e ao artesão, José Manuel Água Morna.

Uma sessão que decorreu no Cineteatro Vianense, foi presidida pelo Vice-Presidente do Município de Viana do Alentejo, João Pereira, tendo marcado presença o Presidente da Assembleia Municipal de Viana do Alentejo, António de Sousa, bem como os Presidente das Juntas de Freguesia de Viana do Alentejo, Aguiar e Alcáçovas.

ODigital.pt esteve presente nesta cerimónia e falou com o Vice-Presidente da Câmara de Viana do Alentejo, João Pereira, que começou por falar desta data que é significativa, “são 122 anos, é uma data para lembrar o passado, falar do presente e projectar o futuro. No fundo é aquilo que pretendemos sempre, fazer um balanço do que foi a actividade autárquica, ver o que se perspectiva para o futuro e de certa forma ar a conhecer aos munícipes o concelho, as dificuldades que temos. Dizer que contamos com eles também, felizmente é um concelho muito rico na sua massa crítica e associativismo. Daí que haja uma intervenção muito forte na vida cívica, cultural e desportivo. É isso que pretendemos fazer, até com estas distinções que aqui fazemos. Não só reconhecer o trabalho feito pelas associações e individualidades deste concelho mas também estimular para que possam dimensionar mais a nossa cultura, a nossa arte e tradição.”

Nesta cerimónia destacou-se muito a boa condição económica que o Município de Viana do Alentejo atravessa, tendo João Pereira explicado que isso só acontece com “muito trabalho. Hoje em dia não há nenhum município que possa fazer obra e não recorra aos fundos comunitários. É necessário aproveitar muito bem os fundos, fazer as candidaturas, adapatar os projectos, ter prioridades que cheguem lá e sejam reconhecidos. Tudo isto exige um trabalho não só do executivo como dos técnicos. (…) Temos sido felizes porque as candidaturas têm sido aprovadas.”