A 2ª edição da Feira de Emprego da Universidade de Évora voltou, esta terça-feira, dia 7 de outubro, a encher o Colégio do Espírito Santo de estudantes e empresas.
Com a presença de 45 entidades, de várias áreas de atividade, o evento pretende ser, para muitos alunos, o primeiro ponto de contacto entre ambas as partes.
Universidade aposta numa ligação real e contínua ao mercado de trabalho
A Pró-Reitora da Universidade de Évora, Professora Ana Fialho, destacou a’ODigital.pt que esta feira “representa um momento estratégico para a ligação da universidade à sociedade, ao mundo empresarial e às entidades em geral”.
“Temos feito uma aposta na promoção da empregabilidade, porque este contacto é crucial para os nossos estudantes”, referiu, sublinhando ainda que a universidade procura criar pontes desde o primeiro ano da licenciatura.
“Há uma preocupação permanente em fazer com que os alunos estejam próximos ou conheçam aquilo que é o mundo do emprego”, explicou.
Segundo Ana Fialho, a diversidade de setores presentes é também um ponto forte desta segunda edição, pois “temos aqui empresas que vão desde o setor social, à saúde, às tecnologias, ao setor alimentar e até ao turismo”.
“São parceiros com os quais temos vindo a estabelecer ligações cada vez mais sólidas, que proporcionam estágios e experiências aos nossos alunos”, afirmou ainda.
A Pró-Reitora destacou também que “há toda uma panóplia de ligações que permitem aos nossos alunos ter uma experiência que vai além daquela que é a sala de aula”.
Entidades reconhecem excelência da academia e dos seus talentos
Com mais de quatro dezenas entidades representadas, a Feira de Emprego reflete a crescente confiança das empresas na formação da Universidade de Évora.
“O facto de termos aqui tantas entidades é também um reconhecimento da excelência do ensino da nossa academia, mas também da confiança que estas entidades empregadoras têm nos nossos talentos”, referiu a Pró-Reitora. “Isto não é de menosprezar”, acrescentou.
A aposta é contínua e planeada, pois “quando acabou a primeira feira, começámos logo a trabalhar na segunda”, contou Ana Fialho.
“O feedback foi muito positivo, tanto das entidades como dos estudantes, e este ano voltaram praticamente todas, a que se juntaram outras, de setores e regiões diferentes”, reiterou ainda a Pró-Reitora.
Para além das empresas, esta edição contou também com várias ordens profissionais, alargando a rede de contactos entre os futuros diplomados e o mundo do trabalho.
“O ano passado tivemos apenas uma ordem profissional, este ano criámos uma dinâmica com várias”, explicou.
Estudantes valorizam contacto direto com o mercado de trabalho
Maria Severiano e Isabelle Soares, alunas do 2º ano de Gestão, estiveram presentes na feira. Depois de dada a “volta” pelos expositores, contaram-nos que consideram estas iniciativas essenciais.
“Procuro estágios curriculares e futuras oportunidades de emprego”, explicou Maria. Já Isabelle notou “mais variedade de empresas” em relação à edição anterior, o que permite “ter uma visão mais ampla do mercado e do que realmente queremos”.
Ambas reconhecem que este tipo de eventos “é importante para conhecer empresas, mas também para nos darmos a conhecer”.
“Às vezes, não sabemos se uma destas empresas pode vir a ser o nosso futuro local de trabalho”, referiu Maria.
Empresas reforçam laços e procuram novos talentos
Também as entidades empregadoras vêem na feira uma oportunidade valiosa, segundo o testemunho de Rute Bento e Inês Galego, da equipa de Recursos Humanos da Kemet, que nos destacaram que “estas feiras são uma das principais fontes de recrutamento da organização”.
Rute explicou que “faz todo o sentido participar em eventos deste tipo, sobretudo na nossa cidade, porque é uma forma de cativar os alunos e dar a conhecer a empresa”.
Inês acrescentou que “muitas vezes o primeiro contacto com os estudantes são os estágios e estas feiras acabam por ser a porta de entrada para muitos dos nossos colaboradores”.
Parcerias e impacto regional
Nesta edição, a Universidade de Évora alargou a presença de ordens profissionais, reforçando o papel do evento como elo entre ensino superior e mercado de trabalho.
Ana Fialho sublinhou ainda que o evento “permite percecionar o contributo que a Universidade dá para o desenvolvimento regional e nacional, através de parcerias de várias escalas”.
De seguida, fique com a foto-reportagem do evento.


























































































