“Tudo faremos para que essas verbas venham a ser úteis à nossa população”, diz autarca de Vila Viçosa sobre CLDS 4G (c/som)

Manuel Condenado

Recentemente o governo português, através do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, anunciou os territórios elegíveis para os Contratos Locais de Desenvolvimento Social de 4ª Geração (CDLS 4G).

Um dos municípios elegível, é o Município de Vila Viçosa que já comunicou à Segurança Social a intenção de aceitar este contrato, tal como nos disse o Presidente da Câmara Municipal de Vila Viçosa, Manuel Condenado, que referiu que “a câmara na última reunião já tomou decisão sobre essa matéria, fomos convidados e decidimos aceitar esse desafio.”

O autarca calipolense revelou-nos que “foi decidido que a entidade, IPSS, que vai desenvolver o projecto, depois de termos feito esse contacto prévio no sentido de saber se havia essa disponibilidade, vai ser a Santa Casa da Misericórdia de Vila Viçosa.”

Sobre este tipo de contrato, Manuel Condenado, afirma que “é um projecto interessante, com uma verba considerável que está envolvida, 421 mil euros, e que pode vir a dar respostas cruciais no âmbito do combate à pobreza, exclusão social e a câmara está envolvida nesse processo, e tudo faremos para que essas verbas venham a ser úteis à nossa população, sobretudo aos mais desfavorecidos.”

Vila Viçosa, volta a receber um Contratos Locais de Desenvolvimento Social, depois de em 2013 ter dado início a um contrato do mesmo tipo (CLDS +), este que na altura foi criticado pelo modo de distribuição das verbas, tendo agora Manuel Condenado que este novo contrato de 4ª Geração ainda está “numa fase muito inicial, aceitação ou não do projecto, Iremos agora desenvolver todo o programa de intervenção, de qualquer forma devo dizer que não é a câmara que vai fazer a alocação das verbas a esta ou outra valência. Isto é Segurança Social, entidades desconcentradas do governo, a câmara é parceira”, acrescentando que “de qualquer das formas estaremos atentos e faremos tudo ao nosso alcance para que as verbas na medida do possível ou em grande medida sejam para os que mais necessitam ou sejam neste combate à pobreza e exclusão e sirvam para que a nossa comunidade seja mais igualitária.”