A Administração da EuroResinas – Indústrias Químicas veio hoje a público lamentar que o Sindicato das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Sul – SITE SUL “tenha avançado com uma nova greve, por um período de mais 14 dias, demonstrando-se, mais uma vez, a falta de razoabilidade do sindicato e a sua vontade de criar instabilidade social.”
Esta reação da EuroResinas surge na sequência da anunciada greve até 10 de novembro dos trabalhadores da referida empresa, com a reivindicação do ajuste na grelha salarial e aumento extraordinário de salários.
Em comunicado a administração “mantém a sua dificuldade em compreender a postura do sindicato numa altura em que o processo de revisão salarial a aplicar em 2023 ainda não se iniciou, não existindo ainda nenhum processo negocial em curso.”
Ainda segundo a administração da EuroRedinas, “trata-se, como em situações anteriores, de uma greve assente em muita rotatividade e totalmente em regime de self-service, sendo até oportunisticamente utilizada pelos colaboradores aderentes, uma vez que as poucas pessoas que aderem à greve optam várias vezes por realizá-la junto de fins de semana ou dias de folga semanal.”
A administração afirma ainda que a anunciada greve é “uma medida dolosa e desproporcional, uma vez que o sindicato tira partido do processo de funcionamento da empresa para alcançar uma (quase) paralisação global, em que os custos para os colaboradores aderentes são substancialmente inferiores aos custos resultantes para a empresa dessa paralisação global.”
A EuroResinas compromete-se, em comunicado, “a cumprir, como até aqui, o acordo salarial em vigor até ao final do ano e faz votos de que seja ainda possível alcançar a desconvocação desta greve, no melhor interesse dos Colaboradores e do futuro da empresa.”
















