Terça-feira, Agosto 16, 2022
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Ruas Floridas de Redondo: “É a arte de bem fazer e de trabalhar o papel, destas mãos magnificas da população de Redondo”, diz o Autarca (c/som)

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A vila de Redondo, no distrito de Évora, até dia 4 de Agosto, acolhe uma das mais tradicionais festas do Alentejo, as “Ruas Floridas de Redondo”.

Considerada “uma das principais manifestações culturais do Alentejo”, as tradicionais festas, promovidas pelo município, têm periodicidade bienal e a edição deste ano, conta com cerca de três dezenas de ruas enfeitadas, com temáticas diferentes, por mais de 30 mil metros quadrados de ocupação com motivos de papel.

Depois do contratempo do primeiro dia, em que a chuva danificou parte das ruas, o povo reconstruiu tudo em 24 horas e tudo está pronto para receber os milhares de visitantes esperados.

ODigital.pt esteve no Redondo às primeiras horas deste domingo e falou com o Presidente da Câmara Municipal de Redondo, António Recto, que começou por dizer que “as ruas floridas são 9 dias e não é só um dia. Tivemos a infelicidade de chover ontem, logo ao principio da manhã, que destruiu parte dos tectos essencialmente, o resto dos conteúdos que estão no meio das ruas não foram afectados e neste momento está tudo reposto”, acrescentando que esta reposição “deve-se essencialmente aos redondense e à força de mobilização que esta gente tem em alturas adversas, se conseguem mobilizar e durante a noite e o principio da manhã de domingo ficou tudo restabelecido.”

António Recto faz o apelo, “visitem o Redondo, porque vão encontrar aqui um conjunto de obras de arte, todas elas construídas em papel, São 28 ruas, cada uma com um tema e quando digo arte, é arte de bem fazer e de trabalhar o papel destas mãos magnificas da população de Redondo e que proporciona este espectáculo de dois em dois anos.”

Questionado se este é um certame onde é evidenciado a união da população de Redondo, o autarca refere que “é uma prova de união logo na construção e a união aumenta de acordo com as adversidades que vamos encontrando e a chuva proporcionou isso, proporcionou esta união sair reforçada e a resiliência deste povo, na reconstrução daquilo que foi afectado pela chuva, mas acontecer e é por força da natureza e não há como inverter esta situação.”

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