Reguengos de Monsaraz, Alandroal e Montemor-o-Novo juntos na criação da Rede Nacional de Arte Rupestre

Os municípios alentejanos de Reguengos de Monsaraz, Alandroal e Montemor-o-Novo, fazem parte da lista de 19 municípios que se reuniram recentemente para constituir a Rede Nacional de Arte Rupestre.

Fazem ainda parte desta rede como membros fundadores a Fundação Côa Parque, a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e a Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Aos três municípios alentejanos junta-se as câmaras de Alijó, Vila Velha de Ródão, Viseu, Bragança, Vila Nova de Foz Côa, Caminha, Figueira de Castelo Rodrigo, Pinhel, Freixo de Espada à Cinta, Oliveira de Frades, Fundão, Moncorvo, Meda, Mação, Macedo de Cavaleiros e Mirandela.

De acordo com a informação que nos chegou, a Rede Nacional de Arte Rupestre vai ter como objetivos “promover, valorizar e capacitar os recursos patrimoniais e humanos das entidades da rede, potenciar o impacto e a missão dos sítios detentores de arte rupestre e instituir mecanismos de partilha de recursos físicos e humanos. Com esta rede pretende-se também criar canais de comunicação apropriados ao desenvolvimento de projetos colaborativos, promover a cooperação com redes internacionais congéneres e expandir e diversificar os recursos das entidades gestoras dos sítios de arte rupestre e a sustentabilidade financeira dos projetos de valorização. A rede quer assim identificar e valorizar todos os locais de arte rupestre em Portugal, educar o público para a sua importância, criar sinalização e documentação de apoio ao turista, fazer um roteiro e um produto editorial para os jovens e criar um portal na internet.”