Reg. de Monsaraz: Já há resultado de todos os testes. Há 11 utentes a ser encaminhados para o hospital por precaução

Novo caso

Conforme temos noticiado, nos últimos dias foi detectado um foco de infecção de Covid-19 num lar da Fundação Maria Inácia Vogado Perdigão Silva (FMIVPS), em Reguengos de Monsaraz.

O Presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz continua a informar detalhadamente sobre o desenrolar desta situação que está a preocupar as autoridades de saúde.

Segundo José Calixto, já é conhecida a totalidade dos resultados de todos os testes realizados no lar, dos quais resultou 17 trabalhadores com teste positivo e 85 com teste negativo. No que diz respeito aos utentes 45 deram resultado positivo e 70 deram resultado negativo.

Relativamente à situação clínica, o autarca informa que se mantém o internamento no Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE) de uma utente”, acrescentando que estão “a transportar, com o apoio dos Bombeiros Voluntários de Reguengos de Monsaraz e Mourão e GNR de Reguengos de Monsaraz 11 utentes do Lar para o HESE, na sequência de uma detalhada observação clínica realizada ao longo do dia de hoje por médicos e enfermeira da USF Remo (Centro de Saúde de Reguengos de Monsaraz).” O Edil deixa claro que “esta diligência é realizada por precaução face à sintomatologia apresentada e não por agravamento das respectivas situações clínicas.”

De salienta ainda que todos os restantes 50 casos positivos estão a recuperar nas suas casas (trabalhadores) ou no Lar da FMIVPS (restantes utentes).

Na informação veiculada José Calixto acrescenta ainda que “na Unidade de Cuidados Continuados Integrados desta Fundação todos os testes foram negativos à COVID-19.”

“Nesta situação de risco de existência de cadeia de contágio comunitário é fundamental todos estarmos muito atentos aos sintomas de COVID-19, os quais podem variar em gravidade, desde a ausência de sintomas (sendo assintomáticos) até febre (temperatura ≥ 38.0ºC), tosse, dor de garganta, cansaço e dores musculares e, nos casos mais graves, pneumonia grave, síndrome respiratória aguda grave, septicémia ou choque sético”, alerta ainda o autarca.