A Casa do Povo de Freixo, no concelho de Redondo, recebeu a quarta edição do “Wine Sunset”, juntando uma dezena de produtores de vinho locais.
Um evento integrado na Cidade do Vinho 2025 – Vinhos da Serra d’Ossa, numa iniciativa «de valorização» dos produtores, «dos homens e mulheres que, no campo, todos os dias produzem uva», segundo David Galego, presidente da autarquia, em declarações a’ODigital.pt.
Produtores de vinho são a alma do Wine Sunset em Redondo
Tendo em Redondo «vinhos de excelência», este evento tem tido na figura dos produtores «a alma desta iniciativa».
«São eles que trazem muitas pessoas, que vêm das suas adegas, dos seus parceiros, dos seus distribuidores», acrescentou o autarca, vincando ainda que «estão aqui connosco, porque isto é um momento de partilha».
Com um «número significativo de produtores» do concelho, David Galego, deu destaque para «mais uma adega em funcionamento» dentro do seu território, que se associou ao “Wine Sunset”.
Redondo reforça a Serra d’Ossa como território vitivinícola de referência
«É um espectro cada vez mais relevante do território, porque os produtores de vinho vêm até Redondo, procuram esta região como um espaço onde podem desenvolver o seu trabalho. Sabem que há um conhecimento enorme técnico da nossa população», sublinhou ainda.
O presidente destacou também a chancela Cidade do Vinho, uma vez que a Serra d’Ossa é «efetivamente é um território marcadamente vitivinícola» e quer «continuar a dar nota de que a nossa região, não só tem vinhos de excelência e muitos produtores, mas fundamentalmente tem uma atividade económica muito assente nesta área».
Vinho e economia local: uma atividade que gera emprego e riqueza
«São muitos postos de trabalho, diretos e indiretos e é algo muito relevante para a nossa economia. Cabe-nos a nós mostrar ao país que esta atividade é fundamental», complementou o presidente.
Já em relação ao enoturismo, David Galego revelou que «está a crescer de forma bastante significativa» em Redondo, até porque este evento «é a vivência dos vinhos e do território associada à música».
Enoturismo representa 30% da economia das adegas de Redondo
Com um peso de cerca de 30% nas contas das adegas do concelho, o presidente realçou o seu estatuto: «É muito relevante para a sustentabilidade futura».
Por sua vez, José Santos, presidente da Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo, frisou que este evento «é mais um evento da programação da Cidade do Vinho», que «tem sido um acontecimento importante para promover o vinho, o enoturismo e o território».
Wine Land e o futuro do enoturismo em Redondo
Desta forma, em relação a Redondo, realçou que «tem uma dinâmica que começou com o projeto Wine Land, que é uma marca que eu acredito que tem potencial», deixando ainda a sugestão para a posteridade: «Que, após a Cidade do Vinho, o município procurasse desenvolver esse conceito».
«É um conceito interessante e que pode agregar muito a grande qualidade dos vinhos e Redondo é um concelho que tem um potencial incrível ao nível do turismo e do enoturismo», acrescentou o presidente.
Ainda assim, confessou que «o melhor ainda está por vir», pois «estamos aqui numa fase de desenvolvimento» e «estes eventos contribuem para reunir as pessoas, falar-se de Redondo e dos vinhos de Redondo».
«É uma excelente forma de terminar praticamente o verão de 2025», atirou ainda José Santos.
De seguida, fique com as imagens do evento.






































































































