O fraco crescimento económico do Alentejo em 2024 ficou marcado pelo desempenho negativo de vários setores estruturantes da economia regional. Segundo o Instituto Nacional de Estatística, a região foi a única do país onde três ramos fundamentais contribuíram negativamente para a evolução do Produto Interno Bruto.
A indústria e energia registaram uma quebra do Valor Acrescentado Bruto (VAB) de 2,3%, refletindo dificuldades em atividades relevantes para a estrutura produtiva regional. Também as atividades imobiliárias apresentaram uma redução de 2,1%, enquanto o ramo do comércio, transportes, alojamento e restauração recuou 0,6%.
Este comportamento contrasta com o registado noutras regiões, onde pelo menos um destes setores apresentou contributos positivos para o crescimento económico. No Alentejo, a conjugação destas quebras limitou a capacidade de crescimento da economia regional.


















