Terça-feira, Agosto 16, 2022
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Presidente do ICOM Portugal lamenta “a secundarização crónica a que os museus vêm sendo condenados”

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“O Poder dos Museus” é o tema proposto pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM, na sigla em inglês) para assinar o Dia Internacional dos Museus, que se celebra esta quarta-feira (18 de maio).

O tema proposto para este ano visa demonstrar o impacto positivo destes espaços culturais, num mundo em mudança, quando o impacto económico, político e social da guerra na Ucrânia se junta aos efeitos da pandemia da covid-19.

Para Maria de Jesus Monge, presidente do ICOM Portugal, “os museus convocam memórias, promovem aprendizagens, proporcionam sensações, potenciam experiências”, pelo que “o Poder dos Museus reside na capacidade de garantir espaços inclusivos, de diálogo e promoção de cidadania ativa, mas também espaços de bem-estar e deleite.

Profissionais de museus de todo o mundo procuram mostrar hoje o que de melhor e mais apelativo podem proporcionar aos seus públicos. É um dia de festa e celebração, montra do que vem sendo realizado e semente de outras iniciativas”, referiu Maria de Jesus Monge.

A presidente do ICOM Portugal lamenta a “a secundarização crónica a que os museus vêm sendo condenados – avassalados com a míngua de recursos humanos, preocupados quer com as condições de conservação e a necessidade de investigação das suas coleções quer com o modo como comunica com as comunidades.”

Maria de Jesus Monge afirma que “algumas das instituições de referência nacional não estão já em condições de cumprir as funções que lhes estão cometidas”, pelo que a presidente do ICOM Portugal espera que “o reconhecido Poder dos Museus obtenha uma visibilidade que transcenda a data e se reflita em estratégia e recursos rejuvenescedores.

Não temos dúvida é que os museus são uma mais-valia e preciosos aliados no diálogo com as comunidades e na preservação das suas memórias, na transformação das mentalidades e das sociedades, na promoção da democracia e da cidadania e na defesa de valores fundamentais como a liberdade, igualdade e fraternidade”, concluiu Maria de jesus Monge.

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