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Preços das casas no Alentejo sobem 14,3% em 2025 e superam média nacional

Os preços das casas no Alentejo registaram uma subida anual de 14,3% em 2025, acima da média nacional, segundo o índice de preços do idealista divulgado esta sexta-feira.

Os preços das casas no Alentejo registaram uma subida anual de 14,3% em 2025, acima da média nacional, segundo o índice de preços do idealista divulgado esta sexta-feira.

A região apresenta atualmente um preço mediano de 1.944 euros por metro quadrado, refletindo uma valorização significativa do mercado imobiliário.

Em termos nacionais, os preços da habitação aumentaram 6,8% em dezembro de 2025 face ao mesmo mês do ano anterior, fixando-se nos 3.019 euros por metro quadrado, valor que corresponde a um novo máximo histórico pelo segundo mês consecutivo.

Beja e Évora entre as capitais com maiores subidas

No conjunto das capitais de distrito, Beja destacou-se como uma das cidades com maior valorização anual, registando uma subida de 20%. Évora apresentou um aumento mais moderado, de 4,9%, mantendo-se, ainda assim, entre as capitais com preços abaixo da média nacional.

Apesar da forte valorização, Beja continua a integrar o grupo das capitais mais acessíveis do país, com um preço mediano de 1.305 euros por metro quadrado. Em Évora, o valor médio situou-se nos 2.488 euros por metro quadrado.

Distritos do Alentejo com evoluções distintas

Ao nível distrital, o Alentejo apresentou comportamentos diferenciados. O distrito de Évora registou uma subida anual de 10,7%, enquanto Portalegre cresceu 12% e Beja 8,9%. Em termos de preços, Évora fixou-se nos 1.601 euros por metro quadrado, Beja nos 1.316 euros e Portalegre nos 908 euros.

Estes valores colocam os distritos alentejanos entre os mais acessíveis do país, apesar da tendência de crescimento observada ao longo do último ano.

Alentejo entre as regiões com maior valorização

Na análise regional, o Alentejo surge como a terceira região do país com maior subida anual dos preços da habitação, apenas atrás dos Açores (20,1%) e da Madeira (14,6%). Ainda assim, mantém-se abaixo das regiões mais caras, como a Área Metropolitana de Lisboa e o Algarve.

O índice de preços imobiliários do idealista tem por base os valores de oferta publicados na plataforma, considerando apenas anúncios válidos e excluindo preços atípicos ou fora de mercado.

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