Portalegre foi o distrito do Alentejo com maior percentagem de casas que saíram do mercado em menos de uma semana durante o segundo trimestre de 2026. O valor atingiu 9%, acima dos 8% registados em Beja e dos 6% observados em Évora.
Os dados constam de uma análise do idealista sobre o período durante o qual os imóveis anunciados para venda permaneceram no mercado. A nível nacional, 10% das casas saíram das plataformas em menos de sete dias, 18% entre uma semana e um mês e 31% entre um e três meses.
Portalegre apresenta maior percentagem de vendas rápidas
No distrito de Portalegre, 9% dos imóveis saíram do mercado em menos de uma semana. Outros 19% permaneceram anunciados entre uma semana e um mês, enquanto 30% saíram entre um e três meses.
A maior percentagem, correspondente a 34%, refere-se a imóveis que permaneceram no mercado entre três meses e um ano. Os restantes 8% estiveram anunciados durante mais de um ano.
Entre os três distritos alentejanos, Portalegre apresentou a maior percentagem de imóveis retirados do mercado em menos de sete dias, embora tenha também registado o valor mais elevado de casas anunciadas durante mais de um ano.
Beja regista 35% das casas vendidas no primeiro mês
No distrito de Beja, 8% dos imóveis saíram do mercado em menos de uma semana e 27% entre sete dias e um mês. No conjunto, 35% deixaram de estar anunciados durante o primeiro mês.
Outros 27% permaneceram no mercado entre um e três meses, 35% entre três meses e um ano e 3% durante mais de um ano.
Na cidade de Beja, que surge na análise às capitais de distrito, 8% das casas saíram do mercado em menos de sete dias. O valor coloca a capital alentejana ao nível de Faro, Leiria e Viana do Castelo, atrás de Aveiro, Coimbra e Porto, com 11%, Braga, com 10%, e Funchal, com 9%.
A capital do distrito apresentou ainda 28% dos imóveis retirados entre uma semana e um mês, a percentagem mais elevada entre as cidades analisadas nesse intervalo temporal.
Évora concentra vendas entre três meses e um ano
Évora apresentou a menor percentagem de vendas rápidas entre os distritos do Alentejo. De acordo com os dados, 6% das casas saíram do mercado em menos de uma semana e 23% entre uma semana e um mês.
Um quarto dos imóveis, correspondente a 25%, permaneceu anunciado entre um e três meses. A maior parcela, de 41%, concentrou-se no período entre três meses e um ano, enquanto 5% ficaram no mercado durante mais de um ano.
Évora foi, assim, um dos territórios nacionais com maior percentagem de imóveis a permanecerem anunciados entre três meses e um ano, apenas abaixo da ilha de São Miguel, Vila Real e Guarda.
Dez por cento das casas saem do mercado numa semana em Portugal
A nível nacional, uma em cada dez casas anunciadas para venda saiu do mercado em menos de sete dias. A análise indica ainda que 49% dos imóveis deixaram de estar anunciados durante os primeiros três meses.
A maior percentagem, de 35%, corresponde a casas que permaneceram no mercado entre três meses e um ano. Seis por cento dos imóveis estiveram anunciados durante mais de 12 meses.
Nos distritos e ilhas analisados, Porto e Madeira apresentaram as maiores percentagens de vendas em menos de uma semana, com 15% cada. Seguiram-se Aveiro, com 12%, Coimbra, com 11%, e Braga, Santarém e Viseu, com 10%.



















