A caminhada da seleção portuguesa na edição 2024/25 da Liga das Nações tem sido tudo menos monótona. Depois de anos em que a equipa parecia andar à deriva nos momentos-chave, esta campanha trouxe um sopro de confiança e uma lufada de bola bem jogada – com resultados à altura. Invicta na fase de grupos, e com uma reviravolta épica nos quartos de final, Portugal voltou a marcar presença entre os quatro melhores do continente. Mas há mais do que vitórias nos números. Há uma evolução tática e anímica que merece ser destrinchada.
Logo nos primeiros jogos, a equipa mostrou sinais claros de querer mudar a narrativa recente. Num grupo que incluía Croácia, Escócia e Polónia, Portugal não perdeu nenhum jogo e somou 14 pontos. Mais do que isso: marcou 13 golos e só sofreu 5, mostrando um equilíbrio entre ataque e defesa que já andava ausente. Em paralelo, foi possível notar um crescimento fora das quatro linhas. A confiança no grupo aumentou, e o discurso de Roberto Martínez passou a ecoar com outra força. Numa altura em que se fala muito de apostas e previsões, não faltaram fãs a acompanhar a campanha com um olho nos resultados e outro nas casas de apostas que aceitam Skrill, aproveitando os bons momentos da equipa nacional.
Um novo fôlego tático com Martínez
Roberto Martínez trouxe consigo uma abordagem mais flexível. Alternando entre o 3-4-3 e o 4-3-3, Portugal apresentou diferentes formas de pressionar e atacar conforme o adversário. Contra equipas mais fechadas, o selecionador puxava pela criatividade dos médios e dos extremos para abrir espaços – como se viu na goleada frente à Polónia, onde o jogo pelas alas e a profundidade fizeram a diferença. Já contra adversários mais velozes, como a Dinamarca, foi preciso reforçar a cobertura defensiva, algo que o trio de centrais permitiu.
Bruno Fernandes e Bernardo Silva foram os motores no meio. Enquanto o primeiro acumulava golos e assistências, o segundo dava o equilíbrio com a bola colada ao pé, sempre pronto a tirar pressão. E claro, não se pode deixar de mencionar Cristiano Ronaldo – aos 40 anos, ainda a dar cartas, a marcar golos importantes e a manter viva a chama de um líder que quer mais um título no currículo.
A virada contra a Dinamarca: mais do que um resultado
Se há jogo que simboliza este renascimento é, sem dúvida, a segunda mão dos quartos de final. Depois de perder 1-0 em Copenhaga – num jogo onde o excesso de toque curto e a falta de agressividade foram fatais – Portugal entrou em Alvalade com outra mentalidade. A equipa virou um 3-2 no tempo regulamentar para um 5-2 no prolongamento. Trincão, vindo do banco, marcou dois golos e ainda participou no lance do quinto. Foi daqueles jogos que ficam na memória e que criam mitos. Até o selecionador foi apanhado de surpresa com a resposta da equipa.
Estatísticas que contam uma história
No total, Portugal marcou 18 golos até agora – 13 na fase de grupos, mais 5 nos quartos de final. Ronaldo lidera com 6 tentos, seguido por Trincão e Bruno Fernandes. Nas assistências, Nuno Mendes destacou-se com 4 passes para golo, um dos melhores registos da competição. E se formos aos detalhes, encontramos dados que confirmam a superioridade portuguesa: posse média acima de 60%, eficácia de passe perto dos 90% e uma média de 16 remates por jogo. Números frios, sim, mas que ganham outra cor quando olhamos para a forma como foram alcançados.
Na baliza, Diogo Costa foi seguro, sobretudo em jogos mais exigentes. Frente à Dinamarca, na primeira mão, segurou o resultado com 8 defesas. E na linha defensiva, Rúben Dias e António Silva garantiram firmeza e leitura de jogo, mesmo quando apanhados em contra-ataques traiçoeiros.
Os bastidores e a química do grupo
Martínez teve o mérito de equilibrar renovação com continuidade. Entre regressos (como Diogo Jota e João Félix) e estreias (como o jovem Quenda, de apenas 17 anos), o grupo mostrou união. Não houve polémicas, nem mesmo quando se discutiu o papel de Ronaldo. O capitão respondeu dentro e fora do campo, com golos e declarações serenas. Disse mesmo que, se for preciso ganhar sem ele, assina por baixo.
Nos dias que correm, muita gente acompanha as seleções através do telemóvel, apostando, analisando, vibrando. E é nesse universo digital que também entram as melhores apps de apostas Android em Portugal, que facilitam o acesso a odds, estatísticas e até transmissões em direto, que podem ser consultadas em https://apostasdesportivas.tv/aplicativo-de-aposta/android/. Uma forma de viver o futebol ao segundo, e que está cada vez mais enraizada na rotina dos adeptos.
A promessa da final four
O que vem aí em junho é outra história. As meias-finais e, eventualmente, a final, serão palco de uma nova prova de fogo. Mas Portugal chega lá com algo que não se compra – moral em alta, talento em forma e uma ideia clara de jogo. Se vai ser suficiente? Ninguém sabe. Mas uma coisa é certa: esta Seleção voltou a fazer os adeptos sonhar. E isso, por si só, já é meio caminho andado para mais uma conquista.



















