“O que queremos é que nem um cêntimo fique por aproveitar da solidariedade europeia”, diz Ministra em visita a Estremoz (c/som e fotos)

A Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, deslocou-se esta terça-feira, ao concelho de Estremoz para visitar duas obras que estão a decorrer na região, nomeadamente em Veiros e na cidade de Estremoz.

Nesta visita, Ana Abrunhosa esteve acompanhada pela Secretária de Estado da Valorização do Interior, Isabel Ferreira, pelo Presidente da Câmara Municipal de Estremoz, Francisco Ramos, pelo Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo (CCDR-A), Roberto Grilo, bem como alguns técnicos da autarquia estremocense.

A visita iniciou-se nas obras da Sede da Sociedade Filarmónica Veirense (Palácio dos Coutinhos), requalificada no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano, que resulta de um investimento de 638.100 euros, acrescido de IVA.

Já a segunda visita ocorreu às obras do Edifício Luís Campos – futura Biblioteca Municipal e que resulta de um investimento de 1.879.874,20 €. Este investimento é financiado à taxa de 85% pelo POSEUR – Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, tendo 540 dias como prazo de execução.

Em declarações aos jornalistas, a Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, começou por explicar que “viemos visitar obras que são financiadas com fundos europeus regionais e as duas obras que vimos são obras de regeneração urbana, são a recuperação de antigos edifícios”, referindo que o primeiro a ser visitado “está ligado à cultura, à criatividade e às artes, numa antiga sede de concelho, é a recuperação de um antigo palácio”, já sobre a segunda obra visitada salientou que “é um projecto também financiado com fundos europeus, mas para uma biblioteca, ou seja, temos também a recuperação de um edifício para um espaço cultural”.

Ana Abrunhosa destaca que outro dos objectivos destas visitas é “pressionar os presidentes de câmara a acaba-las rapidamente, é valorizar, é perceber, é conversar com os presidentes de câmara e com os presidentes das CCDR, e é também perceber outras necessidades que existem nos territórios e as dificuldades que têm na execução dos fundos europeus.”

A Governante realça que “estamos a dar grande prioridade à execução dos fundos europeus, porque estimulam a economia e se estamos a financiar os projectos é porque eles são uteis para a qualidade de vida da população”, e deixou claro que “o que queremos é que nem um cêntimo fique por aproveitar da solidariedade europeia e que esses recursos sejam utilizado para melhorarmos a qualidade de vida”.