Terça-feira, Agosto 16, 2022
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O Alandroal “pode marcar posição e criar mais oportunidades, e ajudar a fixar mais investimentos como este”, diz João Grilo no lançamento da central solar (c/som)

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Decorreu esta quarta-feira, 10 de Julho, no Alandroal, o lançamento da obra de construção de uma Central Solar Fotovoltaica, que resulta de um investimento privado de 13 milhões de euros. A cerimónia contou com a presença do Ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Matos Fernandes, do Secretário de Estado da Transição Energética, João Galamba, o Presidente da Câmara Municipal de Alandroal, João Grilo, o Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, Roberto Grilo, entre outras entidades regionais e outros autarcas da região.

Este projecto irá ser desenvolvido pela Sociedade Solar do Freixial, terá mais de 52 mil painéis solares, terá uma capacidade instalada pico de 18,5 megawatts, estimando-se uma produção anual de cerca de 30 gigawatts de energia.

Odigital.pt esteve presente no lançamento da obra e falou com o Presidente da Câmara de Alandroal, João Grilo, que começou por dizer que este projecto é importante “não só pela questão directa dos impostos e dos postos de trabalho que este investimento vai gerar mas sobretudo pelo que ele representa de futuro, ou seja, representa um abrir de possibilidades nesta área da energia, em que o município pode marcar posição e criar mais oportunidades, e ajudar a fixar mais investimentos como este.”

O autarca realça que “somos um concelho em que as fraquezas do passado se podem transformar nas forças do futuro, portanto temos território, temos condições, assim os investidores apareçam.”

João Grilo avança que “o facto de termos uma central aprovada e a partir de hoje em construção despertou o interesse de outros investidores, temos consultas, temos pessoas a perguntar onde e como é que podem investir nesta mesma área e portanto acredito que vamos continuar a crescer neste sector.”

Sobre a auto-sustentabilidade do concelho a nível energético, o edil diz que “a partir da conclusão da obra, a energia que é produzida é maior do que aquela que é consumida em todo o concelho, o governo vai criar mecanismos que permitam que os municípios e outras entidades sejam parceiros, na gestão e produção daquilo que é feito localmente e portanto acredito que vamos ter boas notícias em termos energéticos no futuro.”

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