O número médio semanal de ciberataques a instituições de ensino é de 2.256, segundo a Check Point Research (CPR), que analisa dados globais.
Em comunicado, a CPR sublinhou que as escolas devem investir em ‘software’ antivírus e permitir atualizações automáticas.
“Os estudantes devem tomar medidas de segurança enquanto participam nas aulas ‘online’. As ‘webcams’ devem ser tapadas e os microfones bloqueados quando não estiverem em sessão e todos os dados pessoais devem ser mantidos fora da vista da câmara. As hiperligações só devem ser ativadas por fontes viáveis”, avisou.















