Nasceu hoje, em Portalegre, o Fórum da Energia e Clima que junta pessoas de vários países da CPLP na luta contra a Crise Climática (c/fotos)

O Instituto Politécnico de Portalegre recebeu, esta sexta-feira, o lançamento do “Fórum da Energia e Clima”.

A sessão fundacional realizou-se no auditório do Instituto Politécnico de Portalegre (IPP) e contou com intervenções do membro fundador mais jovem, Francisco Veiga Simão, seguido de intervenção do Presidente do Fórum da Energia e Clima, Ricardo Campos, do Presidente do Instituto Politécnico de Portalegre, Albano Silva, do Presidente da CCDR Alentejo, Roberto Grilo, da Presidente da Câmara Municipal de Portalegre .Adelaide Teixeira, do Deputado da Assembleia Parlamentar da CPLP, Luís Moreira Testa e do Ministro do Ambiente e Acção Climática, João Pedro Matos Fernandes.

Sendo que no final teve lugar a plantação de uma pequena floresta urbana por pessoas de 45 nacionalidades que simbolizaram a importância da união entre os povos na luta pela vitória na Crise Climática.

O Fórum da Energia e Clima, trata-se de uma organização da sociedade civil que juntou membros fundadores de todas as nações pertencentes à Comunidade dos Países de Língua    Portuguesa (CPLP) na promoção de um abraço fraterno da língua portuguesa na luta contra a Crise Climática.

Esta organização internacional junta representantes da sociedade civil de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, e em 2019, ano da sua constituição, desenhou e preparou a execução dos primeiros projectos em cada um destes Países.

Nas palavras que proferiu o Presidente do Fórum da Energia e Clima, Ricardo Campos referiu que “queremos que seja um futuro diferente, valorizando aquilo que nos une e esquecendo aquilo que nos separa. (…) e darmos aqui em Portalegre os primeiros passos do fórum da energia e clima”, destacando ainda três palavras: “Cumprimentar, Sensibilizar e Começar”.

Ricardo Campo afirmou que “Portugal e o Alentejo é uma região comprometida com a neutralidade carbónica. O Instituto Politécnico tem uma unidade de investigação que valoriza a economia circular e tem nos seus programas também mestrado de energias renováveis e programas importantes que visam cuidar do ambiente.”

ODigital.pt esteve presente a cerimónia fundacional e mostra-lhe algumas imagens, numa reportagem de Hugo Calado: