Miguel Rasquinho, do Partido Socialista, foi eleito presidente da Câmara Municipal de Monforte nas eleições autárquicas de 12 de outubro, com 35,73% dos votos. O novo executivo é composto por dois vereadores do PS, dois da CDU e um do Movimento Cidadãos por Monforte (MCCM), num cenário sem maioria absoluta.
Esta segunda-feira, na Sala Polivalente Municipal de Monforte ocorreu a Tomada de Posse dos Órgãos Autárquicos, nomenadamente Assembleia Municipal e Câmara Municipal.
Após a tomada de posse, em declarações aos jornalistas, o novo presidente sublinhou que esta composição representa «uma oportunidade para provar que sabemos colocar Monforte acima de tudo, que a política local pode ser feita com diálogo, respeito e sentido de responsabilidade».
Segundo Miguel Rasquinho, o mandato que agora se inicia será «de compromisso e não de trincheiras, de união e não de divisão». O autarca apelou ao entendimento entre todos os eleitos, defendendo que «a responsabilidade governativa é de todos, de quem governa e de quem fiscaliza».
Entre as principais prioridades para o concelho, o presidente destacou o combate ao despovoamento, o envelhecimento da população e a criação de oportunidades para os jovens. «Monforte enfrenta desafios sérios, mas acredito que temos futuro e é por esse futuro que vamos trabalhar», afirmou.
Miguel Rasquinho apontou ainda como metas a fixação da população, a resolução da falta de médicos nos centros de saúde e a concretização da Estratégia Local de Habitação. O reforço do apoio às IPSS e associações, a aposta na educação e formação, e o incentivo ao investimento público e privado são igualmente eixos centrais do programa de governação.
Entre os projetos concretos, o autarca referiu a «rede de águas e esgotos de Santo Aleixo», a «rede de águas pluviais em Vaiamonte» e a «requalificação urbana das freguesias». O novo presidente defendeu também «a valorização dos funcionários e uma aposta firme na sustentabilidade ambiental».
Miguel Rasquinho afirmou querer ser «um presidente próximo, acessível, que serve e ouve, que decide com justiça e está perto das pessoas».
O autarca concluiu a sua intervenção afirmando que o futuro do concelho «não se faz com muros, mas com pontes». «Monforte é uma terra de gente honesta, trabalhadora e solidária. É com esta gente que construiremos um concelho mais justo, dinâmico e próspero», declarou.





































































































