A Unidade Local de Saúde do Alentejo Central realizou um Dia Aberto dedicado à apresentação das áreas de intervenção do Serviço de Medicina Física e de Reabilitação. A iniciativa decorreu no Anfiteatro da Escola Superior de Enfermagem S. João de Deus e reuniu cerca de 70 profissionais.
Ao longo da manhã foram abordadas temáticas relacionadas com a Medicina Física e de Reabilitação, Fisioterapia, Terapia Ocupacional e Terapia da Fala. Os participantes conheceram ainda as principais lesões músculo-esqueléticas relacionadas com o trabalho e respetivas estratégias de prevenção, bem como a importância da ergonomia. A sessão terminou com uma classe de movimento dirigida aos profissionais da ULSAC.
Filipa Narra Pisa, responsável pelo Serviço de Medicina Física e de Reabilitação, destacou que «os profissionais do Serviço de Medicina Física e de Reabilitação desenvolvem um trabalho de forma transversal e articulada, em Equipa de Reabilitação, exercendo a sua atividade nos cuidados de saúde primários e nos cuidados de saúde hospitalares da ULSAC, de forma interdisciplinar, centrada no utente». Segundo afirmou, esta ação permitiu «apresentar aos profissionais da ULSAC as várias áreas de intervenção do Serviço».
O presidente do Conselho de Administração, Carlos Mateus Gomes, referiu que «iniciativas como esta demonstram o empenho das equipas da ULSAC na promoção do bem-estar, na prevenção das incapacidades e na reabilitação funcional dos nossos utentes». Acrescentou que a instituição continuará a apoiar o trabalho das equipas multiprofissionais, destacando que o objetivo passa por «estabelecer uma articulação estreita entre os cuidados de saúde primários, os cuidados de saúde domiciliários e a tecnologia, a telemonitorização».
A iniciativa assinalou também o Dia Internacional da Medicina Física e de Reabilitação, celebrado a 13 de novembro. A especialidade atua de forma transversal e interdisciplinar com outras áreas médicas e cirúrgicas, garantindo respostas às necessidades de pessoas com limitações funcionais e incapacidades físicas e cognitivas. A reabilitação é reconhecida como um direito universal, essencial para a promoção da autonomia e da qualidade de vida.


















