A entrada em funcionamento da Rede de Rega do Aproveitamento Hidroagrícola do Xévora representa uma oportunidade para captar novos investimentos e reforçar a atividade agrícola no concelho de Campo Maior, afirmou o presidente da Câmara Municipal, Luís Rosinha, em declarações ao Jornal ODigital.pt.
A infraestrutura foi inaugurada esta terça-feira, 21 de julho, numa cerimónia que contou com a presença do ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, e que assinalou a conclusão de uma obra aguardada há cerca de 25 anos pelos agricultores da região.
Para Luís Rosinha, o novo sistema de regadio assume particular importância devido à área agrícola que passa a beneficiar de um abastecimento de água mais regular.
“É um investimento que, há cerca de 25 anos, fazia falta a todos estes agricultores”, afirmou o autarca, destacando que a nova rede inicia a sua atividade com uma área de rega próxima dos 1.500 hectares.
Concelho poderá chegar aos 2.200 hectares de regadio
O presidente da Câmara de Campo Maior lembrou que o concelho já dispõe de uma área significativa de regadio na zona de influência do Aproveitamento Hidroagrícola do Caia, à qual se junta agora o perímetro do Xévora.
“Na zona de confluência do Caia temos cerca de seis mil hectares de rega. Aqui iniciamos com 1.500 hectares, com a expectativa de chegarmos aos 2.200”, explicou Luís Rosinha.
Para o autarca, esta capacidade assume dimensão relevante num concelho com aproximadamente 250 quilómetros quadrados e poderá alterar as condições de investimento no setor agrícola.
“É verdadeiramente importante ter aqui tanta capacidade de rega, que trará novos investimentos, novas formas de praticar a agricultura e beneficiará estas pessoas que aguardavam há 25 anos por esta infraestrutura”, salientou.
Agricultores esperaram “um quarto de século”
Apesar de considerar a inauguração um momento de celebração, Luís Rosinha não deixou de assinalar o período de espera enfrentado pelos agricultores desde a conclusão da barragem do Abrilongo, em 2000.
“Vinte e cinco anos é muito tempo”, afirmou o presidente da Câmara, acrescentando que este atraso teve consequências para as explorações agrícolas abrangidas pelo projeto.
“Fica a marca na vida destes agricultores, que perderam um quarto de século à espera desta infraestrutura tão importante para os seus investimentos e para a sua vida”, referiu.
O autarca destacou, contudo, que o processo registou avanços mais rápidos durante os últimos dois anos, período em que foi adjudicada e executada a empreitada da rede de rega.
Rede de rega beneficia 1.560 hectares
O Aproveitamento Hidroagrícola do Xévora abrange uma área inicial de 1.560 hectares e é alimentado pela barragem do Abrilongo.
A infraestrutura integra cerca de 44 quilómetros de condutas, 70 hidrantes e 106 bocas de rega, permitindo a distribuição de água sob pressão e com aproveitamento gravítico.
A empreitada da rede de rega representou um investimento de cerca de 19 milhões de euros, financiado pelo PDR2020, enquanto o financiamento global destinado ao aproveitamento hidroagrícola ascende aos 25 milhões de euros.
O projeto será ainda complementado com a construção de uma estação elevatória e com a implementação das restantes medidas ambientais previstas na Declaração de Impacte Ambiental.
A infraestrutura foi inaugurada esta terça-feira, 21 de julho, numa cerimónia que contou com a presença do ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, e que assinalou a conclusão de uma obra aguardada há cerca de 25 anos pelos agricultores da região.
Para Luís Rosinha, o novo sistema de regadio assume particular importância devido à área agrícola que passa a beneficiar de um abastecimento de água mais regular.
“É um investimento que, há cerca de 25 anos, fazia falta a todos estes agricultores”, afirmou o autarca, destacando que a nova rede inicia a sua atividade com uma área de rega próxima dos 1.500 hectares.
Concelho poderá chegar aos 2.200 hectares de regadio
O presidente da Câmara de Campo Maior lembrou que o concelho já dispõe de uma área significativa de regadio na zona de influência do Aproveitamento Hidroagrícola do Caia, à qual se junta agora o perímetro do Xévora.
“Na zona de confluência do Caia temos cerca de seis mil hectares de rega. Aqui iniciamos com 1.500 hectares, com a expectativa de chegarmos aos 2.200”, explicou Luís Rosinha.
Para o autarca, esta capacidade assume dimensão relevante num concelho com aproximadamente 250 quilómetros quadrados e poderá alterar as condições de investimento no setor agrícola.
“É verdadeiramente importante ter aqui tanta capacidade de rega, que trará novos investimentos, novas formas de praticar a agricultura e beneficiará estas pessoas que aguardavam há 25 anos por esta infraestrutura”, salientou.
Agricultores esperaram “um quarto de século”
Apesar de considerar a inauguração um momento de celebração, Luís Rosinha não deixou de assinalar o período de espera enfrentado pelos agricultores desde a conclusão da barragem do Abrilongo, em 2000.
“Vinte e cinco anos é muito tempo”, afirmou o presidente da Câmara, acrescentando que este atraso teve consequências para as explorações agrícolas abrangidas pelo projeto.
“Fica a marca na vida destes agricultores, que perderam um quarto de século à espera desta infraestrutura tão importante para os seus investimentos e para a sua vida”, referiu.
O autarca destacou, contudo, que o processo registou avanços mais rápidos durante os últimos dois anos, período em que foi adjudicada e executada a empreitada da rede de rega.
Rede de rega beneficia 1.560 hectares
O Aproveitamento Hidroagrícola do Xévora abrange uma área inicial de 1.560 hectares e é alimentado pela barragem do Abrilongo.
A infraestrutura integra cerca de 44 quilómetros de condutas, 70 hidrantes e 106 bocas de rega, permitindo a distribuição de água sob pressão e com aproveitamento gravítico.
A empreitada da rede de rega representou um investimento de cerca de 19 milhões de euros, financiado pelo PDR2020, enquanto o financiamento global destinado ao aproveitamento hidroagrícola ascende aos 25 milhões de euros.
O projeto será ainda complementado com a construção de uma estação elevatória e com a implementação das restantes medidas ambientais previstas na Declaração de Impacte Ambiental.

















































































