Quarta-feira, Setembro 28, 2022
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Legislativas: PS Baixo Alentejo promete que vai bater-se pela regionalização

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A Federação do Baixo Alentejo do PS congratulou-se hoje pela vitória alcançada pelo partido nas legislativas de domingo e defendeu ser “urgente retomar um debate público alargado” sobre o processo de regionalização.

Em comunicado enviado à agência Lusa, o presidente da federação, Nelson Brito, um dos dois deputados eleitos pelo PS no círculo eleitoral de Beja – o outro é Pedro do Carmo -, considerou que “a afirmação da força do Baixo Alentejo é um desígnio absolutamente central nas próximas décadas”.

E é “neste contexto de afirmação da região” que o PS se vai “bater pela regionalização e pela criação da região Baixo Alentejo”, prometeu Nelson Brito.

“É urgente retomar um debate público alargado sobre esta mudança de paradigma, que permita aos territórios de baixa densidade tornarem-se territorialmente mais coesos” face ao “todo nacional”, envolvendo-se “de forma mais ativa e direta num real aprofundamento da democracia”, defendeu.

O presidente da federação acrescentou que o PS vai pugnar “pela rápida execução dos projetos previstos e em curso” no distrito, entre os quais a dinamização do aeroporto de Beja, a eletrificação da linha ferroviária ou a construção do troço da A26 até Beja.

“Depois da grande vitória alcançada nas últimas eleições autárquicas, que confirmou o PS como a maior força autárquica no Baixo Alentejo, esta vitória nas legislativas vem agora legitimar e validar a estratégia definida pela Federação do PS para a região”, sublinhou Nelson Brito.

Nas eleições legislativas de domingo, no círculo de Beja, os socialistas conquistaram 43,73% dos votos, mais 3,02 pontos percentuais do que em 2019, voltando a eleger dois deputados, e a CDU alcançou 18,42% dos votos e manteve o outro mandato de deputado (João Dias), enquanto o PSD obteve 15,94%.

Em termos nacionais, o PS alcançou a maioria absoluta nas legislativas de domingo e uma vantagem superior a 13 pontos percentuais sobre o PSD, numa eleição que consagrou o Chega como a terceira força política do parlamento.

Com 41,7% dos votos e 117 deputados no parlamento, quando estão ainda por atribuir os quatro mandatos dos círculos da emigração, António Costa conseguiu a segunda maioria absoluta da história do Partido Socialista, depois da de José Sócrates em 2005.

O PSD ficou em segundo lugar, com 27,80% dos votos e 71 deputados, a que se somam mais cinco eleitos em coligações na Madeira e nos Açores, enquanto o Chega alcançou o terceiro lugar, com 7,15% e 12 deputados, a Iniciativa Liberal (IL) ficou em quarto, com 5% e oito deputados, e o Bloco de Esquerda em sexto, com 4,46% e cinco deputados.

A CDU com 4,39% elegeu seis deputados, o PAN com 1,53% terá um deputado, e o Livre, com 1,28% também um deputado. O CDS-PP alcançou 1,61% dos votos, mas não elegeu qualquer parlamentar.

A abstenção desceu para os 42,04% depois nas legislativas de 2019 ter alcançado os 51,4%.

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