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Joaquim Diogo quer reforçar Jogos do Alto Alentejo em 2027 após edição com os 15 municípios

Presidente da CIMAA fez balanço positivo dos Jogos do Alto Alentejo e apontou 2027 como novo desafio após edição com os 15 municípios.

O presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA), Joaquim Diogo, fez este domingo, em Nisa, um balanço positivo da 24.ª edição dos Jogos do Alto Alentejo e apontou a edição de 2027 como um novo desafio para o território.

Na cerimónia de encerramento, realizada em Nisa, Joaquim Diogo destacou que os Jogos decorreram desde Campo Maior, onde teve lugar a abertura, até ao encerramento, reunindo quase cinco mil participantes ao longo de vários meses.

“Pela primeira vez, 15 municípios, todos os municípios do Alto Alentejo, dezenas e dezenas de iniciativas durante estes meses. É, de facto, um balanço muito positivo”, afirmou o presidente da CIMAA.

“Muito obrigado por fazerem parte dos Jogos do Alto Alentejo”

No início da intervenção, Joaquim Diogo agradeceu ao presidente da Câmara Municipal de Nisa, José Dinis Serra, pelo acolhimento da cerimónia de encerramento, bem como aos técnicos e à autarquia local pela organização do momento final da edição de 2026.

O presidente da CIMAA saudou ainda a diretora regional do IPDJ, Maria Inês Guerreiro, os presidentes de Câmara, vereadores, associações, técnicos municipais, técnicos da Comunidade Intermunicipal e todos os participantes presentes em Nisa.

“Muito obrigado por terem vindo. Muito obrigado por fazerem parte dos Jogos do Alto Alentejo”, afirmou.

Jogos “inclusivos” e abertos à participação

Joaquim Diogo sublinhou o carácter inclusivo dos Jogos do Alto Alentejo, considerando que a iniciativa permite a participação de diferentes gerações e públicos.

“Estes são os jogos mais democráticos que eu conheço em todo o país. São inclusivos. São dos oito aos 80, ou mais um bocadinho”, afirmou.

O presidente da CIMAA destacou também o facto de a participação não implicar qualquer pagamento por parte dos participantes, associando essa dimensão aos valores de liberdade e acesso à prática desportiva.

“Não temos que pagar rigorosamente nada para fazer parte deles”, referiu.

“Não é um custo, é um investimento”

Na intervenção, Joaquim Diogo afirmou que a resposta dos participantes em 2026 foi motivadora para os 15 municípios, para os técnicos e para todo o staff envolvido na organização.

O presidente da CIMAA defendeu que os Jogos devem ser entendidos como investimento no território e nas pessoas.

“Isto não é um custo, é um investimento”, afirmou, acrescentando que a satisfação dos participantes, o convívio, os abraços e os momentos de partilha são o “principal ganho” dos Jogos do Alto Alentejo.

Desafio para 2027 passa por aumentar participação e iniciativas

Joaquim Diogo apontou a edição de 2027 como um desafio maior, por coincidir com a 25.ª edição dos Jogos do Alto Alentejo.

Segundo o presidente da CIMAA, o objetivo passa por ultrapassar de forma significativa o número de participantes, alargar o conjunto de iniciativas e reforçar a ligação às escolas dos municípios.

O responsável defendeu ainda uma maior articulação com o desporto adaptado, uma das vertentes dos Jogos, e apelou à continuidade da união entre os municípios.

“Temos um objetivo ainda maior para este ano: ultrapassar significativamente o número de participantes e poder alargar ainda mais iniciativas no ano de 2027”, afirmou.

Joaquim Diogo terminou a intervenção com um agradecimento aos participantes e às entidades envolvidas, deixando uma saudação aos Jogos do Alto Alentejo, ao território e ao desporto.

Jogos terminaram em Nisa

A 24.ª edição dos Jogos do Alto Alentejo terminou este domingo, 21 de junho, em Nisa, com uma cerimónia no Cine Teatro, seguida de desfile das comitivas, sarau e lanche no Mercado Municipal.

A edição de 2026 decorreu desde março e ficou marcada por reunir, pela primeira vez, os 15 municípios do Alto Alentejo, num programa com atividades desportivas, recreativas, adaptadas e comunitárias.

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