Decorreu, esta semana, a cerimónia de tomada de posse da nova Direção da Delegação de Vila Viçosa da Cruz Vermelha Portuguesa, que irá liderar a instituição no mandato de 2024 a 2028.
A nova equipa é composta pelo presidente João Gabriel Caia, os vice-presidentes Maria Alexandra Veiga d’Araújo e Eduardo Almeida, a tesoureira Maria Vitória Pereira e o vogal Lourenço Talhinhas.
Durante o seu discurso de posse, o novo presidente, João Gabriel Caia, destacou a importância do compromisso assumido e o legado de 20 anos da Delegação de Vila Viçosa na ação humanitária local. «São precisamente esses 20 anos de história, trabalho e legado que devemos honrar. Quando, em boa hora, o Sr. Eduardo Almeida teve a iniciativa e a coragem de instalar em Vila Viçosa uma delegação da Cruz Vermelha Portuguesa, a comunidade ganhou uma nova solução que, ao longo dos anos, foi sendo capaz de atuar com competência perante as dificuldades que caracterizam o nosso meio social», afirmou.
Joao Gabriel Caia sublinhou ainda os diversos projetos sociais já dinamizados pela delegação, destacando a rede de voluntariado jovem e sénior, o apoio à população local em risco de pobreza e o acolhimento de pessoas deslocadas.
Realçou, também, o impacto positivo da instalação de uma unidade de cuidados e um polo clínico de especialidades médicas essenciais no concelho, até então inacessíveis à maioria da população.
Ao reconhecer o trabalho do seu antecessor, o novo presidente agradeceu a dedicação plena de Eduardo Almeida à comunidade, afirmando que o seu contributo deve ser «louvado, homenageado e nunca esquecido». Caia frisou a importância de continuar a contar com Almeida na nova direção, destacando a necessidade de uma equipa multifacetada e experiente para enfrentar os desafios sociais em Vila Viçosa.
Entre os principais objetivos da nova direção, está a continuidade do trabalho de apoio à população vulnerável, a articulação com outras Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho, e o aumento da circulação de bens essenciais para responder ao aumento do custo de vida. «Só com a ajuda de todos podemos continuar, com honra e dignidade, a missão humanitária da Cruz Vermelha Portuguesa em Vila Viçosa, por uma comunidade mais justa e fraterna», concluiu Caia.
A Delegação de Vila Viçosa enfrenta desafios financeiros, tendo o novo presidente apelado ao aumento de sócios e ao fortalecimento da cooperação com os poderes públicos para garantir a continuidade e expansão dos seus projetos sociais.



















