O incendiário foi a principal causa dos incêndios rurais em Portugal até 31 de agosto de 2025, representando 31% dos casos investigados, de acordo com o relatório do ICNF.
As queimadas extensivas de sobrantes florestais ou agrícolas e as queimas de amontoados de sobrantes corresponderam a 16% do total de causas apuradas. Somadas, as diferentes práticas de uso do fogo atingiram 25%.
As investigações concluídas permitiram identificar a origem de 3 589 incêndios. Os reacendimentos foram responsáveis por 10% dos casos, um valor abaixo da média da última década (12%).
No contexto do Alentejo, onde a atividade agrícola tem forte expressão, o relatório sublinha a importância da prevenção no uso do fogo para evitar novos focos de incêndio.



















