“Haverá promotores privados interessados em valorizar” as estações desativadas, disse Ceia da Silva (c/som)

Palavras do presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo

Como noticiámos, decorreu, esta terça-feira em Sousel, o lançamento do novo Programa Revive Ferrovia.

Um programa que vai dar uma nova vida às estações Ferroviárias desativadas, na sequência da assinatura do protocolo de cooperação entre a Turismo Fundos, em representação do Fundo Revive Natureza, e a IP Património – Administração e Gestão Imobiliária, S.A..

Para já, o programa abrange 30 estações ferroviárias desativadas, localizadas nas regiões Norte e do Alentejo, que foram selecionadas para acolherem novamente visitantes. viajantes.

No que diz respeito ao Alentejo estão sinalizadas 20 estações ferroviárias desativadas, do Alto ao Baixo Alentejo.

Em declarações a’ODigital.pt, António Ceia da Silva, presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, refere trata-se de um programa “muitíssimo importante para as dinâmicas da região do ponto de vista turístico”, pois, “são mais de 20 estações no Alentejo, 20 estações que estão desativadas e que com certeza que haverá promotores privados interessados em valorizá-las, quer como unidades alojamento, quer como unidades animação turística, portanto, trata-se de valorizar o território”.

Ceia da Silva acrescentou ainda que “tudo isso é bom para a região, porque não tenho dúvidas que haverá projetos tão diversificados quanto unidades alojamento, quanto ecopistas como projetos como aquele que está na Beirã que é muito interessante de uma ligação por carris que liga a beirã a Castelo de Vide, ou seja, eu penso que se trata de um projeto que vai revitalizar 20 espaços que estão completamente em desuso e perfeitamente degradados”.