O Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida, em Évora, inaugura, este sábado, a exposição Aparato, de Rui Macedo, com curadoria de José Alberto Ferreira.
Uma exposição que “desafia o público a explorar os limites da pintura”, afirmou o artista Rui Macedo, em declarações a’ODigital.pt.
Segundo o pintor, “trata-se de uma exposição de pintura, que é um desafio ao público a explorar os limites daquilo que nós consideramos ser uma pintura, no sentido mais convencional do termo”, acrescentando que “é um desafio a libertar aquela mochila dos pré-conceitos sem preconceitos com que muitas vezes nós vimos artilhados para uma exposição e aqui crio uma série de armadilhas visuais para desviar um pouco das referências de uma exposição de pintura convencional.”
“Gostaria que as pessoas ao visitar se sentissem desafiadas e pudessem, a partir das obras, olhar para a pintura sem constrangimentos e sem limitações”, frisou.
Para Rui Macedo, “o grande objetivo da pintura ou das artes plásticas em geral não é fechar as possibilidades, mas sim abrir, abrir horizontes e abrir possibilidades de leitura fora do comum”.
Expor na sua terra natal, para Rui Macedo “tem uma grande responsabilidade, mas sinto uma alegria imensa de poder expor na terra onde nasci e na Fundação Eugénio de Almeida, pela credibilidade que o espaço tem”.
Já sobre as técnicas utilizadas nas obras apresentadas, o pintor explicou que “são técnicas bastante tradicionais, ou seja, óleo sobre tela, acrílico sobre tela e depois um verniz que é aplicado por cima e que dá o efeito de espelhamento”.
A exposição Aparato pode ser visitada a partir do dia 30 de setembro, de 3ª feira a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00, no Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida, em Évora, com entrada livre.

















