Foi assinada a consignação da obra do Hospital Central do Alentejo

hospital central do Alentejo

Depois de em novembro de 2020 o primeiro-ministro, António Costa, ter ido a Évora anunciar a adjudicação da obra do Hospital Central do Alentejo, a consignação da obra do hospital foi, hoje, assinada.

A assinatura ocorreu numa cerimónia restrita em que estiveram presentes os representantes da empresa Acciona e o Presidente do Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde do Alentejo.

Foi, assim, dado mais um passo na concretização deste projeto que trará importantes benefícios à população, ao nível da proximidade, modernização e qualidade de prestação de cuidados de saúde.

O novo hospital irá localizar-se na periferia da cidade de Évora, prevendo-se que possa servir como um polo de atração e desenvolvimento, melhorando, também, as condições de atratividade para profissionais de saúde na região.

Envolve um investimento total superior a 180 milhões de euros, mais 30 milhões em equipamento de tecnologia de ponta. Aqui, destacam-se as componentes de radioterapia, de medicina nuclear e de procedimentos angiográficos de diagnóstico e terapêutica. Este nível de diferenciação permitirá responder às necessidades da população do Alentejo, na própria região, com benefícios óbvios de acesso e comodidade para os habitantes.

O edifício, cujo projeto conta com assinatura do arquiteto Souto de Moura, ocupará uma área de 1,9 hectares e terá uma lotação de 351 camas em quartos individuais, que pode ser aumentada, em caso de necessidade, até 487. Contará, ainda, com 30 Camas de cuidados intensivos/intermédios e 15 de cuidados paliativos.

A infraestrutura contará com 11 blocos operatórios, três dos quais para atividade convencional, seis para atividade de ambulatório e dois para atividade de urgência, cinco postos de pré-operatório e 43 postos de recobro.

A futura unidade hospitalar vai, assim, dar resposta às necessidades de toda a população do Alentejo, com uma área de influência de primeira linha que abrange cerca de 200 mil pessoas e, numa segunda linha, mais de 500 mil pessoas, que, assim, poderão contar com acesso a cuidados de saúde diferenciados, com maior proximidade e acesso mais simples.