O Festival RAIA arrancou esta quinta-feira, em Campo Maior, com “casa cheia” e com a presença de vários nomes da música portuguesa no cartaz. Na abertura do evento, o presidente da Câmara Municipal, Luís Rosinha, destacou a consolidação do festival como uma marca do concelho e explicou a adaptação do formato deste ano, condicionada pela realização das Festas do Povo.
Em declarações ao jornal ODigital.pt, o autarca afirmou que o festival representa “a casa cheia a uma quinta-feira” para ouvir “grandes nomes da música portuguesa”, referindo artistas como Nininho Vaz Maia, Bispo e Syro.
Festival com palco para nomes consolidados e artistas emergentes
Luís Rosinha sublinhou que o Festival RAIA continua a apostar em artistas já reconhecidos, mas também em novos nomes da música portuguesa. O presidente da Câmara referiu o exemplo de Bluay, que atuou na abertura, defendendo que o festival também dá palco a artistas que “vão ter um destaque muito a breve prazo”.
O autarca destacou ainda a programação de domingo à tarde, dirigida às famílias e às crianças, explicando que a organização pretende que o evento não fique centrado apenas numa faixa etária.
“É um festival de Campo Maior”
Para Luís Rosinha, o RAIA é hoje uma “marca própria de Campo Maior”. O presidente da Câmara rejeita comparações com outros formatos e sublinha que o objetivo é manter a identidade do evento.
“É o nosso festival, é um festival de Campo Maior”, afirmou, acrescentando que a autarquia procura garantir “boas noites com muita gente”, num espaço próprio e com um conceito definido.
Formato reduzido devido às Festas do Povo
Este ano, o Festival RAIA decorre apenas durante um fim de semana, devido à realização das Festas do Povo de Campo Maior. Luís Rosinha explicou que seria “muito difícil” manter dois fins de semana de festival, sobretudo do ponto de vista logístico.
Segundo o autarca, a partir da próxima segunda-feira será necessário desmobilizar a estrutura do RAIA e começar a instalar outros meios relacionados com as Festas do Povo, incluindo sombreamento e stands.
Ainda assim, Luís Rosinha defende que a decisão de realizar o festival foi acertada. “Acho que ficou bem. São três noites e uma tarde”, afirmou, considerando que a alteração permite distinguir o evento anual das Festas do Povo, que acontecem “quando o povo quer”.
Expectativas altas para três noites de festival
Sobre as expectativas para esta edição, o presidente da Câmara de Campo Maior mostrou-se confiante. Luís Rosinha antecipou “noites boas” e referiu que as condições meteorológicas apontam para noites “animadas” e “quentes”.
O autarca revelou ainda que as indicações das bilheteiras eram positivas no arranque do festival, deixando a expectativa de “três grandes noites” para mais uma edição do Festival RAIA.


















