A Associação Évora 2027 formalizou dois contratos para a aquisição de serviços de direção criativa das campanhas de comunicação do projeto Évora_27 – Capital Europeia da Cultura, adjudicados por ajuste direto, tendo como destinatários José Vieira e Paulo Afonso.
De acordo com os documentos consultados, José Vieira fica responsável pela componente de redação das campanhas de comunicação associadas ao projeto, num contrato celebrado com a empresa Lado V – estúdio de comunicação, Lda, no valor de 75 mil euros, acrescido de IVA, num total de 92.250 euros. O contrato tem a duração de 15 meses, com pagamento mensal de 5.000 euros, acrescido de IVA.
Já Paulo Afonso assume a direção de arte e a componente visual das campanhas, através de um contrato com a Another Brief.Consulting, Lda, igualmente no montante de 75 mil euros, acrescido de IVA, perfazendo 92.250 euros. O acordo prevê também uma vigência de 15 meses e prestações mensais de 5.000 euros, acrescido de IVA.
Em ambos os contratos, é indicado que os dois profissionais ficam em “afetação exclusiva” à prestação de serviços associada ao projeto Évora_27, sendo o gestor do contrato o diretor de Comunicação e Alcance, Bruno Fraga Brás.
Os documentos estabelecem ainda que todos os trabalhos a desenvolver, incluindo direitos autorais e criações intelectuais, passam para a Associação Évora 2027, não sendo prevista qualquer contrapartida adicional para além do valor contratual.
A integração de José Vieira e Paulo Afonso na equipa de comunicação foi divulgada recentemente, sendo referido que os dois profissionais passaram a integrar a estrutura liderada por Bruno Fraga Braz, diretor de comunicação e alcance do projeto, em articulação com Margarida Matildes, coordenadora de marketing e comunicação.
Segundo informação anteriormente divulgada, o primeiro grande momento público da nova direção criativa deverá acontecer a 6 de fevereiro de 2026, data que assinala um ano até à abertura oficial de Évora 2027 – Capital Europeia da Cultura.
José Vieira, citado em comunicado, refere que «este é um projeto único, quase irrepetível, que tivemos de aceitar prontamente», enquanto Paulo Afonso considera que este «é um daqueles convites que surge, talvez, uma vez na vida e que se aceita sem reservas».



















