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Évora: Unidade de Investigação Clínica começa a funcionar “quando as obras do novo hospital terminarem”

A Fundação GIMM, a Unidade Local de Saúde do Alentejo Central (ULSAC) e Universidade de Évora vão criar Unidade de Investigação Clínica no novo hospital de Évora.

O presidente da ULSAC, Dr. Carlos Mateus Gomes, vincou que “vai ser uma unidade de ponta”, mas só daqui a dois anos, quando as obras do novo hospital terminarem.

“O objetivo é que comece a funcionar no final de 2027”, referiu, dizendo ainda que “não quer dizer que comece logo com todos os serviços, mas que muito provavelmente algumas áreas nós vamos começar a desenvolver e instalar aqui”.

“Da forma como está a ser construído, poderá tornar-se para outras unidades hospitalares, inclusivamente da zona de Lisboa”, complementou.

Investigação, inovação, tecnologia e formação

Para além da parte de investigação, o presidente sublinhou que esta unidade “vai trazer-nos inovação, tecnologia e mais formação”, para além de “permitir fixar os profissionais que estão já a trabalhar em Évora e angariar mais profissionais”

“Sabemos que a atração do litoral é sempre enorme, mas contamos com esta infraestrutura para contrariar essa perspetiva”, acrescentou.

Assim, o Dr. Carlos Mateus Gomes afirmou que conta que o hospital não tenha só a “parte clínica”, mas também a parte da “docência”, uma vez que “apostamos em ser um hospital universitário de futuro, com a Universidade de Évora”.

Ponto de partida: Medicamentos

O presidente realçou que, o que está previsto no protocolo firmado pelas três entidades, tem como ponto de partida o desenvolvimento de medicamentos, porque “é onde as grandes companhias mais investem”.

Desta forma, o novo hospital terá um espaço “específico para a investigação”. No entanto, “sabemos que a área de investigação não se confina só aquele espaço”.

“Vai ser alargado até às próprias áreas de trabalho, em que as pessoas e os investigadores vão desenvolver a sua atividade”, disse, frisando ainda que esse espaço “vai ser importantíssimo”.

Projeto aberto a outras áreas

Para outras áreas de investigação, o Dr. Carlos Mateus Gomes destacou que o protocolo não é fixo nos medicamentos: “Ficamos a aguardar que os profissionais apresentem projetos através da Fundação GIMM e que sejam implementados na ULS”.

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