O Ministério Público anunciou que, após a emissão de mandados de detenção fora de flagrante delito, um homem foi presente a primeiro interrogatório judicial, onde foi indiciado pela prática de um crime de abuso sexual de crianças agravado. A vítima tinha 12 anos à data dos factos.
Segundo o comunicado, «por se considerarem fortemente indiciados os factos imputados pelo Ministério Público, e verificados os perigos de continuação da atividade criminosa e de perturbação do inquérito», o Ministério Público promoveu a aplicação da medida de coação de prisão preventiva.
Esta decisão contou com a concordância do juiz de instrução criminal, sendo, no entanto, possível que a medida seja revertida para obrigação de permanência na habitação, com vigilância eletrónica.
As investigações estão a ser conduzidas pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Évora, 2.ª Secção especializada, em colaboração com a Unidade Local de Investigação Criminal de Évora da Polícia Judiciária.


















