Terminou este fim-de-semana mais uma edição do Festival Imaterial, tendo o último dia ficado marcado pela entrega do Prémio Imaterial 2024 a Salwa Castelo-Branco.
O Prémio Imaterial distingue personalidades que pela sua acção desempenham esse papel e nos aproximam da tradição musical como matéria viva.
O Prémio Imaterial 2024, entregue por Francisco Madelino, Presidente da Fundação INATEL e por Carlos Pinto de Sá, Presidente da Câmara Municipal de Évora, foi atribuído a Salwa Castelo-Branco.
A sua investigação no terreno tem-se centrado, em Portugal, no Egipto e em Omã, com um foco particular em política cultural, nacionalismo musical, identidade, música e media, modernidade, patrimonialização, e música e conflito. Publicou vários estudos sobre música tradicional portuguesa e participou activamente nas candidaturas do Fado e do Cante Alentejano a Património Imaterial da Humanidade.
O Prémio Imaterial é uma escultura de Pedro Fazenda guardada num contentor de cortiça manufaturado por Helder Cavaca e a fita que o envolve da autoria de Isabel Cartaxo, todos artistas locais.
Aos jornalistas Salwa Castelo-Branco referiu que «este prémio significa um reconhecimento do meu trabalho e do meu percurso», acrescentando que «significa também um encorajamento para todos os jovens que se empenham em continuar essa missão de estudar, de divulgar tudo o que se passa em Portugal a nível da música e da dança.»





























