A cidade de Évora volta a acolher, até dia 25 de abril, no Largo do Conde de Vila Flor, mais uma edição da Feira do Livro.
Mais de uma dezena de livrarias independentes de Évora e de outros pontos do país, em conjunto com outras instituições locais, trazem à cidade de Évora a festa do livro e da literatura.
À semelhança de 2022, em que a Feira do Livro de Évora ressurgiu, após a descontinuidade imposta pela pandemia, com uma programação mais intensa e diversificada, em 2023, a organização da Câmara Municipal de Évora mantém essas premissas e o foco da iniciativa na promoção do livro e da leitura e na divulgação da literatura e a sua acessibilidade a todos os públicos, escolar, familiar e geral.
O certame estará aberto no horário das 11 às 20 horas, nos dias de semana, e das 10 às 20 horas aos fins de semana e no feriado.
A Biblioteca Pública de Évora, a Fundação Eugénio de Almeida e o Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo são os parceiros institucionais da autarquia na Feira do Livro.
Para o presidente da Câmara de Évora, Carlos Pinto de Sá, salientou que “nos tempos que atualmente vivemos, apostar na Feira do Livro ganha uma relevância maior, pois com a Revolução de Abril de 1974 foi possível abrir o acesso à cultura da grande maioria do povo português, que não tinha esse acesso e também aos livros e ainda hoje sentimos que há dificuldades em ter acesso aos livros e por isto apostar nesta feira é importante”.
“Tudo aquilo que se possa fazer para incentivar a leitura, nomeadamente nestes tempos que têm também outras propostas que por vezes afastam do livro as novas gerações, julgo que é importante fazer esse trabalho e as feiras do livro continuam a ser um marco para essa divulgação e para esse convite à leitura”, frisou o autarca.
Carlos Pinto de Sá destacou o facto desta feira “ser principalmente uma festa do livro, um evento que é mais que uma feira, é a Festa do Livro, pois, não é apenas o conjunto de pavilhões que aqui estão, é uma festa da cultura em que o livro está no centro e, por isso, também a escolha deste local em que temos a nossa biblioteca pública, biblioteca histórica, o Museu Nacional, o Centro de Arte Contemporânea, o Templo Romano, ou seja, estamos praticamente num centro de cultura e assim acabamos por fazer a valorização da cultura”.
“Queremos que seja também uma festa para quem nos visita, não apenas para ver os stands, mas para poder acompanhar os vários eventos culturais que propomos”, concluiu Carlos Pinto de Sá.
Fique de seguida com as imagens da abertura desta feira, numa reportagem de Hugo Calado:




























































