O Centro de Arte e Cultura, da Fundação Eugénio de Almeida (FEA), em Évora, acolherá em 2024 cinco novas exposições sob o signo da liberdade e da esperança, revelou-nos Maria do Céu Ramos, Secretária-geral da FEA.
A programação foi revelada, este sábado, e é constituída por várias exposições, nomeadamente, “No tempo dos dias lentos” (a decorrer até 3 de março de 2024), “Aparato” (a decorrer até 7 de abril de 2024), “Unreliable Memories” (a decorrer até 2 de junho de 2024), “Metade dos minutos” (de 3 de fevereiro de 2024 a 7 de abril), “O tempo de todas as perguntas” (de 16 de março a 6 de outubro). “A liberdade e só a liberdade” (de 22 de junho a 10 de novembro) e “Ateliê Ana Vidigal” (de 24 de novembro de 2024 a 2025).
De acordo com Maria do Céu Ramos, em 2024 foram “convidados um conjunto de curadores, pensadores e investigadores a desenvolver consigo o Programa Artístico e Cultural de 2024”, acrescentando que “a proposta da plataforma curatorial corporiza os objetivos enunciados, aprofundando os principais eixos de trabalho do Centro de Arte e Cultura: projetos expositivos; acolhimento de artistas consagrados e emergentes, nacionais e internacionais; cooperação transfronteiriça; parcerias de cidade; e projetos de comunidade.”
Explicou que “serão cinco novas exposições que haverá ao longo do ano, que serão inauguradas sob o signo da liberdade e da esperança, que são valores que enraízam a Fundação nos seus 60 anos de História, na sua comunidade e também neste ano de 2024, que se celebra os 50 anos do 25 de Abril”.
A programação apresentada “faz todo o sentido que valorize este significado profundo da liberdade e da esperança e o materialize em exposições”, apontou Maria do Céu Ramos.
Para a secretária-geral da FEA, “a arte é uma forma particularmente rica para ajudar a questionar o mundo, a compreendê-lo e a desafiar-nos a nós próprios”.
Como referido, as cinco novas exposições acontecem sob o signo da liberdade e da esperança “valores, que são a âncora institucional da Fundação Eugénio de Almeida e que de novo este ano estão tão presentes na programação”, salientou a responsável.
Maria do Céu Ramos concluiu, falando sobre o futuro da cultura em Portugal, esperando que “o futuro da cultura seja o de um lugar nobre na construção da identidade do país, de relações sólidas entre as pessoas e a cultura, portanto, nenhum futuro será bom se não tiver um lugar de excelência para a cultura”.






















